O SPORT TV da NET, canal 39 (SPORT TV1) ou 38 (SPORT TV2) passará neste sábado, 22:30h, importante e emocionante reportagem sobre como o milenar jogo de xadrez ajuda a muitos brasileiros.
Quem tiver NET não percam!
terça-feira, 31 de março de 2009
domingo, 29 de março de 2009
194- E o vencedor foi......Maiakowsky!
Passei um ótimo fim de tarde de domingo com o craque do solucionismo Roberto Stelling (recomendo que meus diletos leitores leiam a entrevista que fiz com ele-postagem nº 174) e sua simpática família. Fui bater um papo com o amigo e buscar meu prêmio (um excelente livro de finais) relativo à Semana de Aniversário, concurso promovido pelo Roberto no seu blog (veja na lista de links)!!
Obrigado, Stelling!
Boa semana a todos!
E não me esperem para a colheita, pois estarei semeando!! :)
Obrigado, Stelling!
Boa semana a todos!
E não me esperem para a colheita, pois estarei semeando!! :)
sábado, 28 de março de 2009
193- Como desaparecer completamente
No show do Radiohead
Aquele ali não sou eu. Eu vou aonde quero. Eu atravesso paredes. Eu flutuo pelo Canal do Mangue. Eu não estou aqui. Isso não está acontecendo. Eu não estou aqui. Antes do Radiohead tocar "How to disappear completely", diante dos meus olhos, nesta Praça do Apoteose, na sexta-feira, 20 de março de 2009, os versos se materializavam na cabeça. Eu não estou aqui. Estou em outro lugar. Aonde só a grande música pode me levar.
Entre efeitos de luz e alto-falantes no estado da arte, Thom Yorke, Ed O´Brien, Phil Selway, Johny e Colin Greenwood atacam "The national anthem". Atacam é verbo escolhido a dedo. As guitarras são sirenes que alertam para o bombardeio tocado pelo baixo e pela bateria. Não há abrigo possível. É uma das minhas favoritas. Parece "Whole lotta love" do Led Zeppelin. Parece "Bullet the blue sky", do U2. Só que melhor.
Nada havia me preparado para isso. Em "Kid A", o álbum, "The national anthem" era mais intrincada, quase free jazz graças aos instrumentos de sopro. No palco, a energia do quinteto compensa a ausência dos metais. Nada havia me preparado para isso. Cheguei com um pé inteiro mais um calcanhar atrás, com medo de me decepcionar. Ja aconteceu-me antes, por exemplo, aqui mesmo, na Apoteose, com um David Bowie de radinho de pilha.
Li que o show do Radiohead era "profissional", no mau sentido, até "frio". Desde a primeira música, "15 step", nota-se que é profissional, sim, no bom sentido. No nível do som, na definição do telão, nas estalactites de luz. Mas frio..."There there" logo prova que não. Percussão quase pura. O´Brien e Jonny batendo tambor com Selway. Claro, sempre haverá quem ache "chato". Mas para quem tem dificuldade de se relacionar com a tristeza da vida sempre haverá as baianas pernudas e suas canções cheias de onomatopeias.
Antes do Radiohead, a temperatura estava estranha para março. O Kraftwerk fez uma versão condensada do show de 2004 no TIM Festival, gélida, coisa de se esperar dos alemães. Antes ainda, Los Hermanos, estavam meio fora de forma, mornos, coisa de se esperar de quem está parado há dois anos. Não o Radiohead. Descubro que ele consegue ser cabeça e quente, simultaneamente. Nada havia me preparado para isso, acho que já disse.
O Radiohead plana por "No surprises", "Videotape", "Paranoid android"... E comprova, aqui e agora, porque é a mais importante banda de música popular em atividade neste planeta. O termo "rock" só se aplica ao Radiohead como conceito vampiresco, expansionista, não como delimitação musical. Em transe estético, dou 10, nota 10, em todos os quesitos: aparato técnico, garra, repertório, dinâmica, inventividade. No palco como nos discos, as suas músicas nunca terminam do jeito que começam: elas se reinventam.
Na vã tentativa de me preparar para isso, eu tinha ouvido atentamente os dois únicos registros oficiais do Radiohead ao vivo. Primeiro, "I might be wrong live recordings", lançado em 2001. Um de seus pecados era ser curto demais, 40 minutos, oito músicas. Todas tiradas de "Kid A" e "Amnesiac", álbuns siameses separados no estúdio, experimentais, geniais. Todas menos "True love waits", linda. "O verdadeiro amor espera em sótãos assaombrados"? Brrrrr. O outro pecado foi costurar retalhos de quatro shows, Oxford, Berlim, Vaison, La Romaine. Ficou sem a dinâmica da apresentação ao vivo.
O segundo disco oficial do Radiohead ao vivo só veio à luz no ano passado, apenas na Holanda, pelo selo Immortal, mas foi registrado na mesma excursão em que "I might be wrong". É um duplo chamado "Radiohead rocks Germany 2001". A banda sacode a Alemanha na noite de 1º de junho, num festival de Nurburg. Traz 22 músicas e, embora às vêzes a voz e o violão estejam um tanto à frente dos demais, soa de fato, como um show completo e íntegro. Abre com "The national anthem" e fecha, 108 minutos depois, com "How to disappear completely". Chega mais perto deste êxtase no Catumbi.
Ainda assim, nada havia me preparado para isso. Até "Radiohead rocks Germany 2001" aparecer também em DVD, o Radiohead não tinha audiovisual oficial decente, a não ser por...um show muito das antigas, "Live at the Astoria", de 1994. Uma coletânea de velhos clips, "7 television commercials", de 1998. E um documentário enigmático, sem músicas completas ou entrevistas, "Meeting people is easy", de 1999. Coerente com esse telão mesmerizador na Apoteose, que esconde mais do que revela os músicos em ação.
Seja como for, o DVD de um show sempre será uma fraude consentida. Um disco de áudio ao vivo é mais fiel a um show do que a sua filmagem. Permite-me viajar, imaginar o palco, recriar, participar. O DVD pode ter som Dolby 5.1, imagem HD, extras, o cacete, mas não me dá esse pancadão no meio dos peitos, não replica a magia da presença física dos caras ali adiante. Após tantos anos, tantas leituras e releituras na faculdade, agora que o Radiohead fecha o show com "Creep", acho que afinal entendi o Walter Benjamin.
Certas coisas não se reproduzem. Daí essa sensação de eu não estar aqui, de isso não estar acontecendo, de eu não ter desaparecido completamente no meio de uma multidão de 20 mil devotos, de o momento já ter passado, bom demais para ser verdade. Então, aquele ali que não sou eu chora e tem aquela convulsão peculiar da cintura para cima, acompanhada de tremedeira no pe direito, um treco que se chama de dança.
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Reproduzi acima a coluna do ótimo Arthur Dapieve, publicada no O Globo, dia 27/03/09, Segundo Caderno, página 6. Eu fui um dos vinte mil devotos da noite de 20 de março na Apoteose e, por isso, comungo com as sensações do autor do texto.
Bom fim de semana a todos!
Aquele ali não sou eu. Eu vou aonde quero. Eu atravesso paredes. Eu flutuo pelo Canal do Mangue. Eu não estou aqui. Isso não está acontecendo. Eu não estou aqui. Antes do Radiohead tocar "How to disappear completely", diante dos meus olhos, nesta Praça do Apoteose, na sexta-feira, 20 de março de 2009, os versos se materializavam na cabeça. Eu não estou aqui. Estou em outro lugar. Aonde só a grande música pode me levar.
Entre efeitos de luz e alto-falantes no estado da arte, Thom Yorke, Ed O´Brien, Phil Selway, Johny e Colin Greenwood atacam "The national anthem". Atacam é verbo escolhido a dedo. As guitarras são sirenes que alertam para o bombardeio tocado pelo baixo e pela bateria. Não há abrigo possível. É uma das minhas favoritas. Parece "Whole lotta love" do Led Zeppelin. Parece "Bullet the blue sky", do U2. Só que melhor.
Nada havia me preparado para isso. Em "Kid A", o álbum, "The national anthem" era mais intrincada, quase free jazz graças aos instrumentos de sopro. No palco, a energia do quinteto compensa a ausência dos metais. Nada havia me preparado para isso. Cheguei com um pé inteiro mais um calcanhar atrás, com medo de me decepcionar. Ja aconteceu-me antes, por exemplo, aqui mesmo, na Apoteose, com um David Bowie de radinho de pilha.
Li que o show do Radiohead era "profissional", no mau sentido, até "frio". Desde a primeira música, "15 step", nota-se que é profissional, sim, no bom sentido. No nível do som, na definição do telão, nas estalactites de luz. Mas frio..."There there" logo prova que não. Percussão quase pura. O´Brien e Jonny batendo tambor com Selway. Claro, sempre haverá quem ache "chato". Mas para quem tem dificuldade de se relacionar com a tristeza da vida sempre haverá as baianas pernudas e suas canções cheias de onomatopeias.
Antes do Radiohead, a temperatura estava estranha para março. O Kraftwerk fez uma versão condensada do show de 2004 no TIM Festival, gélida, coisa de se esperar dos alemães. Antes ainda, Los Hermanos, estavam meio fora de forma, mornos, coisa de se esperar de quem está parado há dois anos. Não o Radiohead. Descubro que ele consegue ser cabeça e quente, simultaneamente. Nada havia me preparado para isso, acho que já disse.
O Radiohead plana por "No surprises", "Videotape", "Paranoid android"... E comprova, aqui e agora, porque é a mais importante banda de música popular em atividade neste planeta. O termo "rock" só se aplica ao Radiohead como conceito vampiresco, expansionista, não como delimitação musical. Em transe estético, dou 10, nota 10, em todos os quesitos: aparato técnico, garra, repertório, dinâmica, inventividade. No palco como nos discos, as suas músicas nunca terminam do jeito que começam: elas se reinventam.
Na vã tentativa de me preparar para isso, eu tinha ouvido atentamente os dois únicos registros oficiais do Radiohead ao vivo. Primeiro, "I might be wrong live recordings", lançado em 2001. Um de seus pecados era ser curto demais, 40 minutos, oito músicas. Todas tiradas de "Kid A" e "Amnesiac", álbuns siameses separados no estúdio, experimentais, geniais. Todas menos "True love waits", linda. "O verdadeiro amor espera em sótãos assaombrados"? Brrrrr. O outro pecado foi costurar retalhos de quatro shows, Oxford, Berlim, Vaison, La Romaine. Ficou sem a dinâmica da apresentação ao vivo.
O segundo disco oficial do Radiohead ao vivo só veio à luz no ano passado, apenas na Holanda, pelo selo Immortal, mas foi registrado na mesma excursão em que "I might be wrong". É um duplo chamado "Radiohead rocks Germany 2001". A banda sacode a Alemanha na noite de 1º de junho, num festival de Nurburg. Traz 22 músicas e, embora às vêzes a voz e o violão estejam um tanto à frente dos demais, soa de fato, como um show completo e íntegro. Abre com "The national anthem" e fecha, 108 minutos depois, com "How to disappear completely". Chega mais perto deste êxtase no Catumbi.
Ainda assim, nada havia me preparado para isso. Até "Radiohead rocks Germany 2001" aparecer também em DVD, o Radiohead não tinha audiovisual oficial decente, a não ser por...um show muito das antigas, "Live at the Astoria", de 1994. Uma coletânea de velhos clips, "7 television commercials", de 1998. E um documentário enigmático, sem músicas completas ou entrevistas, "Meeting people is easy", de 1999. Coerente com esse telão mesmerizador na Apoteose, que esconde mais do que revela os músicos em ação.
Seja como for, o DVD de um show sempre será uma fraude consentida. Um disco de áudio ao vivo é mais fiel a um show do que a sua filmagem. Permite-me viajar, imaginar o palco, recriar, participar. O DVD pode ter som Dolby 5.1, imagem HD, extras, o cacete, mas não me dá esse pancadão no meio dos peitos, não replica a magia da presença física dos caras ali adiante. Após tantos anos, tantas leituras e releituras na faculdade, agora que o Radiohead fecha o show com "Creep", acho que afinal entendi o Walter Benjamin.
Certas coisas não se reproduzem. Daí essa sensação de eu não estar aqui, de isso não estar acontecendo, de eu não ter desaparecido completamente no meio de uma multidão de 20 mil devotos, de o momento já ter passado, bom demais para ser verdade. Então, aquele ali que não sou eu chora e tem aquela convulsão peculiar da cintura para cima, acompanhada de tremedeira no pe direito, um treco que se chama de dança.
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Reproduzi acima a coluna do ótimo Arthur Dapieve, publicada no O Globo, dia 27/03/09, Segundo Caderno, página 6. Eu fui um dos vinte mil devotos da noite de 20 de março na Apoteose e, por isso, comungo com as sensações do autor do texto.
Bom fim de semana a todos!
quinta-feira, 26 de março de 2009
quarta-feira, 25 de março de 2009
191- Novo Lançamento da Livraria Ciência Moderna!

Dominando as Aberturas de Xadrez Volume I - Desvendando os mistérios das aberturas do xadrez moderno
John Watson
504 páginas - 1ª edição -2009
John Watson
504 páginas - 1ª edição -2009
Para muitos jogadores de xadrez, o estudo da abertura é um trabalho muito pesado. É difícil saber o que é e não é importante e quando o conhecimento específico é vital ou uma compreensão mais geral é suficiente. Com uma freqüência trágica, assim que a abertura acaba, o jogador não sabe qual plano seguir ou mesmo compreende porque suas peças estão em determinadas casas. John Watson procura ajudar os jogadores de xadrez a conseguirem uma visão mais geral e criteriosa das aberturas. Em seus livros anteriores sobre a estratégia do xadrez ("Secrets of Modern Chess Strategy-since Nimzowitsch" e "Chess Strategy in Action"), ele explicou conceitos vitais que caracterizam o xadrez moderno. E mais, fez isso de modo que permitia que essas idéias fossem compreendias pelos jogadores de clube. Aqui, ele faz o mesmo para as aberturas, procedendo desde as idéias fundamentais que se aplicam a todas as aberturas, até as idéias mais avançadas que são essenciais para uma melhoria substancial. Neste trabalho maior com três volumes , Watson explica não somente as idéias e as estratégias por trás de aberturas específicas, como também as interconexões das aberturas do xadrez vistas inteiramente. Apresentando os encadeamentos comuns sob o jogo na abertura, Watson fornece uma base permanente para jogar qualquer tipo de abertura. O volume 1 ,agora em português, trata das aberturas com o peão do rei, o volume 2 das aberturas com peão da dama e o volume 3 trata da abertura inglesa.
O mestre internacional John Watson é um dos escritores mais respeitados do mundo no xadrez. Seu trabalho inovador estabeleceu firmemente sua fama nos anos 80 e ele tem produzido uma linha de trabalhos de alta qualidade desde então. Em 1999, Secrets of Modern Chess Strategy-since Nimzowitsch, o primeiro livro de Watson para a Gambit, ganhou o prêmio do Livro do Ano da British Chess Federation e o prêmio Fred Cramer de melhor livro da United States Chess Federation. Seus primeiros alunos incluem o campeão mundial júnior de 1997, Tal Shaked.
Mais informações aqui
terça-feira, 24 de março de 2009
190- Oposição pedirá uma nova eleição
Abaixo notícia publicada hoje no O Globo, página 27
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Advogada afirma que pleito, realizado em Manaus, desrespeitou decisões de dois juízes.
A Oposição nas eleições para a presidência da Confederação Brasileira de Remo (CBR), liderada por Wilson Reeberg, vai pedir à Justiça a anulação do pleito de sábado à noite, num hotel em Manaus, e a realização de outro. Na assembléia, foi reeleito pela quinta vez o presidente Rodney Bernardes de Araújo.
Segundo a advogada da Oposição, Flávia Pacheco Sampaio, a assembléia foi nula, uma vez que realizada em desrespeito à liminar de 19 de março do juiz Egas Moniz Barreto, da 26ª Vara Cível do Rio e confirmada pela juíza Carla Maria Santos dos Reis, de plantão no Tribunal de Justiça do Amazonas.
-Amanhã (hoje), vamos relatar ao juiz da 26ª Vara Cível sobre o fato de sua liminar, que proibia a assembléia, ter sido descumprida-informou a advogada. -E isso, apesar de um oficial de justiça de Maranhão ter ido ao hotel entregar o documento ao presidente da Federação Amazonense, Aristóteles Gustavo de Almeida Neto. A assembléia é nula e não poderia ter sido realizada, com a liminar. Daí, pedirmos a anulação e nova eleição.
O candidato da Oposição, Wilson Reeberg, foi crítico:
-O que a Situação fez foi medir forças com a Justiça, por desespero de quem quer se manter no poder a todo custo.
Sem bons resultados internacionais nos últimos anos, o remo perdeu prestígio. Tanto que foi um dos esportes que passaram a receber do COB parcela menor dos recursos da Lei Agnelo/Piva em relação ao ano passado. Em 2008, a verba fora de R$ 1,708 milhão, e este ano, R$ 1,6 milhão.
O presidente Rodney não foi localizado ontem. Já o Comitê Olímpico Brasileiro (COB) informou, através de sua assessoria, que aguarda a decisão da Justiça para analisar a situação.
====================================================================
E agora o amado xadrez do RJ: é nesta 5ª feira, dia 26/03/09, em primeira convocação às 18h e 2ª convocação às 19h a AGE convocada por 5 clubes (ALEX, CXM, CFXC, PSXC e CXV) para discussão e deliberações acerca de temas delicados. Será na ALEX (Associação Leopoldinense de Xadrez), situada na Rua Álvaro Alvim, 48, sala 905, perto do metrô da Cinelândia, centro do Rio.
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Advogada afirma que pleito, realizado em Manaus, desrespeitou decisões de dois juízes.
A Oposição nas eleições para a presidência da Confederação Brasileira de Remo (CBR), liderada por Wilson Reeberg, vai pedir à Justiça a anulação do pleito de sábado à noite, num hotel em Manaus, e a realização de outro. Na assembléia, foi reeleito pela quinta vez o presidente Rodney Bernardes de Araújo.
Segundo a advogada da Oposição, Flávia Pacheco Sampaio, a assembléia foi nula, uma vez que realizada em desrespeito à liminar de 19 de março do juiz Egas Moniz Barreto, da 26ª Vara Cível do Rio e confirmada pela juíza Carla Maria Santos dos Reis, de plantão no Tribunal de Justiça do Amazonas.
-Amanhã (hoje), vamos relatar ao juiz da 26ª Vara Cível sobre o fato de sua liminar, que proibia a assembléia, ter sido descumprida-informou a advogada. -E isso, apesar de um oficial de justiça de Maranhão ter ido ao hotel entregar o documento ao presidente da Federação Amazonense, Aristóteles Gustavo de Almeida Neto. A assembléia é nula e não poderia ter sido realizada, com a liminar. Daí, pedirmos a anulação e nova eleição.
O candidato da Oposição, Wilson Reeberg, foi crítico:
-O que a Situação fez foi medir forças com a Justiça, por desespero de quem quer se manter no poder a todo custo.
Sem bons resultados internacionais nos últimos anos, o remo perdeu prestígio. Tanto que foi um dos esportes que passaram a receber do COB parcela menor dos recursos da Lei Agnelo/Piva em relação ao ano passado. Em 2008, a verba fora de R$ 1,708 milhão, e este ano, R$ 1,6 milhão.
O presidente Rodney não foi localizado ontem. Já o Comitê Olímpico Brasileiro (COB) informou, através de sua assessoria, que aguarda a decisão da Justiça para analisar a situação.
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E agora o amado xadrez do RJ: é nesta 5ª feira, dia 26/03/09, em primeira convocação às 18h e 2ª convocação às 19h a AGE convocada por 5 clubes (ALEX, CXM, CFXC, PSXC e CXV) para discussão e deliberações acerca de temas delicados. Será na ALEX (Associação Leopoldinense de Xadrez), situada na Rua Álvaro Alvim, 48, sala 905, perto do metrô da Cinelândia, centro do Rio.
segunda-feira, 23 de março de 2009
189- Momento Maiakowsky de música!
Ainda impactado com o show de Radiohead na Apoteose, sexta-feira (sim senhores, o tio Maiakowsky é fã de Radiohead!), Maiakowsky inaugura o momento musical em seu blog. Posto a letra da primeira música da maravilhosa noite do dia 20/03, na abertura do show dos Los Hermanos.
Todo dia ainda de pé o zé dorme acordado
Todo dia o dia não quer raiar o sol do dia
Toda trilha é andada com a fé de quem crê no ditado
De que o dia insiste em nascer
Mas o dia insiste em nascer
Pra ver deitar o novo
Toda rosa é rosa porque assim ela é chamada
Toda Bossa é nova e você não liga se é usada
Todo o carnaval tem seu fim
Todo o carnaval tem seu fim
E é o fim, e é o fim
Deixa eu brincar de ser feliz,
Deixa eu pintar o meu nariz
Toda banda tem um tarol, quem sabe eu não toco
Todo samba tem um refrão pra levantar o bloco
Toda escolha é feita por quem acorda já deitado
Toda folha elege um alguém que mora logo ao lado
E pinta o estandarte de azul
E põe suas estrelas no azul
Pra que mudar?
Deixa eu brincar de ser feliz,
Deixa eu pintar o meu nariz
veja aqui o vídeo no YouTube
Todo Carnaval Tem Seu Fim
Los Hermanos
Composição: Marcelo Camelo
Todo dia um ninguém josé acorda já deitadoTodo dia ainda de pé o zé dorme acordado
Todo dia o dia não quer raiar o sol do dia
Toda trilha é andada com a fé de quem crê no ditado
De que o dia insiste em nascer
Mas o dia insiste em nascer
Pra ver deitar o novo
Toda rosa é rosa porque assim ela é chamada
Toda Bossa é nova e você não liga se é usada
Todo o carnaval tem seu fim
Todo o carnaval tem seu fim
E é o fim, e é o fim
Deixa eu brincar de ser feliz,
Deixa eu pintar o meu nariz
Toda banda tem um tarol, quem sabe eu não toco
Todo samba tem um refrão pra levantar o bloco
Toda escolha é feita por quem acorda já deitado
Toda folha elege um alguém que mora logo ao lado
E pinta o estandarte de azul
E põe suas estrelas no azul
Pra que mudar?
Deixa eu brincar de ser feliz,
Deixa eu pintar o meu nariz
veja aqui o vídeo no YouTube
188- Descumprida decisão judicial! no remo....
Reproduzo abaixo notícia publicada hoje no O Globo, caderno de esportes, página 6 (vejam postagem anterior deste blog).
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LIMINAR SUSPENDIA VOTAÇÃO QUE DEU SEXTO MANDATO A PRESIDENTE
Descumprindo a liminar que determinava a suspensão da eleição para presidente da Confederação Brasileira de Remo (CBR), a assembléia geral da entidade reelegeu o atual presidente, Rodney Bernardes de Araújo, sábado à noite, em Manaus, para seu sexto mandato consecutivo. Rodney teve nove votos contra cinco da oposição.
Desde a manhã de sabado, um oficial de Justiça esteve no hotel onde se realizaria a votação para fazer cumprir a decisão. Durante todo o dia, o presidente da CBR não foi encontrado, e sequer compareceu à votação.
Apenas à noite, durante à assembléia, a liminar foi entregue ao presidente da Federação Amazonense de Remo, Aristóteles de Almeida Neto.
Na decisão judicial, o juiz Egas Moniz Barreto de Aragão Dáquer, da 26ª Vara Cível, havia cassado o direito a voto da Federação Amazonense.
Mesmo assim, a eleição se realizou, com o voto amazonense. Além da reeleição de Rodney Aráujo, foram aprovadas as contas da CBR referentes aos R$ 2 milhões gastos no ano passado.
O candidato de oposição, Wilson Reeberg, que impetrou o pedido de liminar para suspender a eleição, vai pedir ainda hoje a anulação do pleito.
-A eleição é ilegítima. Descumpriu decisão da Justiça. Além disso, houve coação. A Federação Amazonense pôs seis seguranças para nos intimidar, e, durante a assembléia, os presidentes de federação opositores ao atual presidente tinham a palavra cassada-disse Reeberg.
O presidente da CBR, Rodney de Araújo, não foi localizado para comentar sua quinta reeleição na CBR.
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Agora o amado xadrez: AGE, dia 26/03/09, quinta-feira, na ALEX (Associação Leopoldinense de Xadrez), rua Álvaro Alvim, 48, sala 905, Cinelândia, centro do Rio. 1ª convocação às 18:00h e 2ª convocação às 19:00h.
E atenção: vão arrumadinhos, asseados e limpinhos pois prometeram cinegrafista!! nada de camisas do Vasco (agora entendo bem o que Nelson Rodrigues queria dizer com "cretinos fundamentais"!! ganharam UMA em não sei quantas e parece que ganharam o Mundial de Clubes!)! Camisas do Mengão (viu PG?) também não póoooooode!
Arietes e afins póooooooooooooode!!!
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LIMINAR SUSPENDIA VOTAÇÃO QUE DEU SEXTO MANDATO A PRESIDENTE
Descumprindo a liminar que determinava a suspensão da eleição para presidente da Confederação Brasileira de Remo (CBR), a assembléia geral da entidade reelegeu o atual presidente, Rodney Bernardes de Araújo, sábado à noite, em Manaus, para seu sexto mandato consecutivo. Rodney teve nove votos contra cinco da oposição.
Desde a manhã de sabado, um oficial de Justiça esteve no hotel onde se realizaria a votação para fazer cumprir a decisão. Durante todo o dia, o presidente da CBR não foi encontrado, e sequer compareceu à votação.
Apenas à noite, durante à assembléia, a liminar foi entregue ao presidente da Federação Amazonense de Remo, Aristóteles de Almeida Neto.
Na decisão judicial, o juiz Egas Moniz Barreto de Aragão Dáquer, da 26ª Vara Cível, havia cassado o direito a voto da Federação Amazonense.
Mesmo assim, a eleição se realizou, com o voto amazonense. Além da reeleição de Rodney Aráujo, foram aprovadas as contas da CBR referentes aos R$ 2 milhões gastos no ano passado.
O candidato de oposição, Wilson Reeberg, que impetrou o pedido de liminar para suspender a eleição, vai pedir ainda hoje a anulação do pleito.
-A eleição é ilegítima. Descumpriu decisão da Justiça. Além disso, houve coação. A Federação Amazonense pôs seis seguranças para nos intimidar, e, durante a assembléia, os presidentes de federação opositores ao atual presidente tinham a palavra cassada-disse Reeberg.
O presidente da CBR, Rodney de Araújo, não foi localizado para comentar sua quinta reeleição na CBR.
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Agora o amado xadrez: AGE, dia 26/03/09, quinta-feira, na ALEX (Associação Leopoldinense de Xadrez), rua Álvaro Alvim, 48, sala 905, Cinelândia, centro do Rio. 1ª convocação às 18:00h e 2ª convocação às 19:00h.
E atenção: vão arrumadinhos, asseados e limpinhos pois prometeram cinegrafista!! nada de camisas do Vasco (agora entendo bem o que Nelson Rodrigues queria dizer com "cretinos fundamentais"!! ganharam UMA em não sei quantas e parece que ganharam o Mundial de Clubes!)! Camisas do Mengão (viu PG?) também não póoooooode!
Arietes e afins póooooooooooooode!!!
sábado, 21 de março de 2009
187- Assembléia suspensa por liminar....no remo!!
Reproduzo abaixo notícia publicada hoje no O Globo, página 41 (grifos meus). É desdobramento de fato apontado em matéria no mesmo jornal (vejam postagem nº 179 de Maiakowsky).
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"Led, sed lex" no remo
A assembléia geral na qual Rodney Bernardes de Araújo tentaria hoje, em Manaus, o seu sexto mandato como presidente da Confederação Brasileira de Remo, foi suspensa por liminar concedida pela 26ª Vara Cível. O juiz Egas Moniz Barreto de Aráujo Daquer considerou, entre outras coisas, que "administrar não é usar recursos públicos ou trabalhar em causa própria, como se a finalidade fosse tão somente manter-se no poder".
No seu despacho, o juiz contesta o direito de voto da Federação Amazonense: "ao que tudo indica, ela existe apenas para votar na atual administração, recebendo em contrapartida as verbas que lhe são enviadas anualmente, ao que tudo indica, compensatórias".
A liminar foi impetrada pelo candidato de oposição, Wilson Reeberg, e defendida pelo escritório Vanuza Sampaio.
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Lembrete: dia 26/03, quinta-feira próxima, temos AGE, convocada por 5 clubes do amado xadrez do Estado do RJ. Será na ALEX (Associação Leopoldinense de Xadrez), situada na Rua Álvaro Alvim, nº 48, sala 905, Cinelândia. 1ª convocação às 18:00h e 2ª convocação às 19:00h.
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"Led, sed lex" no remo
A assembléia geral na qual Rodney Bernardes de Araújo tentaria hoje, em Manaus, o seu sexto mandato como presidente da Confederação Brasileira de Remo, foi suspensa por liminar concedida pela 26ª Vara Cível. O juiz Egas Moniz Barreto de Aráujo Daquer considerou, entre outras coisas, que "administrar não é usar recursos públicos ou trabalhar em causa própria, como se a finalidade fosse tão somente manter-se no poder".
No seu despacho, o juiz contesta o direito de voto da Federação Amazonense: "ao que tudo indica, ela existe apenas para votar na atual administração, recebendo em contrapartida as verbas que lhe são enviadas anualmente, ao que tudo indica, compensatórias".
A liminar foi impetrada pelo candidato de oposição, Wilson Reeberg, e defendida pelo escritório Vanuza Sampaio.
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Lembrete: dia 26/03, quinta-feira próxima, temos AGE, convocada por 5 clubes do amado xadrez do Estado do RJ. Será na ALEX (Associação Leopoldinense de Xadrez), situada na Rua Álvaro Alvim, nº 48, sala 905, Cinelândia. 1ª convocação às 18:00h e 2ª convocação às 19:00h.
quinta-feira, 19 de março de 2009
186- Miniaturas Notáveis X
R. Réti, 1928. Brancas jogam e empatam.O diagrama acima é meio manjado por 99% dos enxadristas, acho que só o Vinícius Vilela não conhecia a idéia! :)
Este estudo inaugura as postagens de miniaturas clássicas só de reis e peões.
O célebre estudo de Réti causou verdadeira sensação no mundo enxdrístico. A idéia geométrica em que se baseia foi posteriormente aperfeiçoada várias vêzes mas o estudo original é impossível de superar pela pureza da forma. Rivaliza em fama com o estudo de Barbier, Saavedra (ver postagem nº 111 deste blog).
Bom fim de semana a todos!
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