sábado, 23 de março de 2013

1342- Estadual de Menores e niver do Presidente da FEXERJ

Os aniversariantes do dia! Masca e Pedro!

Hoje começou a Final do Estadual de Menores da FEXERJ, classificando os campeões de cada categoria para o Campeonato Brasileiro, com alimentação e hospedagem pagas pela CBX.

Também foi o aniversário do presidente da FEXERJ, Alberto Mascarenhas, que está realizando um excelente trabalho à frente da entidade.

 Vejam mais imagens do Estadual de Menores AQUI! 

segunda-feira, 11 de março de 2013

1341- Estadual de Menores da FEXERJ

O futuro do Xadrez do RJ!

VEJAM RESULTADOS NO SITE DA FEXERJ!
VEJAM MAIS IMAGENS TAMBÉM NO SITE DA FEXERJ! 
  
E NESTE FINAL DE SEMANA TEM O REGIONAL DE RESENDE!
INFORMAÇÕES NO SITE DA FEXERJ! (parece o Posto Ipiranga....!).
 
 

quinta-feira, 7 de março de 2013

domingo, 3 de março de 2013

1338- ZICÃO 60 !!!





PARABÉNS AO MAIOR ÍDOLO DO MENGÃO!
OBRIGADO POR TER ME DADO TANTAS ALEGRIAS NO MARACA!
SENHORES, CHEGO A CHORAR AO OUVIR AS NARRAÇÕES ABAIXO DO SAUDOSO JORGE CURY.
 




E A SEGUIR UM VÍDEO DO MAIOR CRAQUE BRASILEIRO DEPOIS DE PELÉ.

 

 
 

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

1337- NEM SEMPRE É TABLAS!

Hoje em dia ficamos maravilhados das “magias” de Carlsen e Aronian que vencem posições onde as tablas pareciam inevitáveis.
Nesta segunda coluna, convido os leitores alexanos de todas as forças de jogo a encontrarem (sem engines, por favor!) os planos de jogo vencedores que titãs do xadrez soviético, Botvinnik e Averbakh descobriram nos finais mais empatativos que existem: o de bispos de cores opostas.

tabuleiro1

Kotov x Botvinnik, Moscou, 1955. Pretas jogam.


tabuleiro2

Makarichev x Averbakh, Lvov 1973. Pretas jogam.

Extraído de minha coluna do blog da ALEX: www.alex.org.br

1336- A blogueira fraquinha e a reflexão maior

Publico o texto abaixo não porcausa da blogueira, que é fraquíssima na verdade, bem desarticulada, mas pelo conteúdo que nos proporciona reflexões mais relevantes.

ALTMAN: POR QUE A DIREITA BATE BUMBO POR YOANI?
Em artigo exclusivo para o 247, Breno Altman, diretor do Opera Mundi, argumenta que os protestos contra a cubana Yoani Sánchez foram uma manifestação democrática legítima; ele lembra que, em 2007, a claque organizada pelo ex-prefeito do Rio, Cesar Maia, para vaiar o ex-presidente Lula não gerou a mesma indignação; Altman diz ainda que, embora a direita tenha planejado a visita de Yoani como uma apoteose midiática, o episódio acabou demonstrando que a solidariedade em relação à Revolução de 1959 permanece viva na América Latina
27 DE FEVEREIRO DE 2013 ÀS 09:39
Por Breno Altman
O direito de protestar faz parte da democracia. Essa garantia inclui apupos, gritos, gestos, cartazes e até o esculacho. Apenas exclui o exercício da violência direta, monopólio do Estado em seu papel regulador das relações sociais. Não se pode classificar, como modalidades aprioristicamente antidemocráticas, por exemplo, piquetes grevistas, ocupações de terra e bloqueios de estrada. Muito menos o recurso à vaia.
O sistema democrático, afinal, não tem como finalidade tornar a política o reino dos eunucos, mas normatizar o conflito de classes, partidos e grupos a partir de regras válidas para todos e resguardadas pelas instituições pertinentes.
Protegido por esse princípio, o então prefeito do Rio de Janeiro, César Maia, organizou uma claque para vaiar o presidente Lula na abertura dos Jogos Panamericanos de 2007 e impedi-lo de discursar. A esquerda aceitou o fato como natural e tratou de mobilizar suas forças para, na garganta, neutralizar as cornetas conservadoras.
Na semana passada, quando a blogueira Yoani Sanchez chegou ao Brasil, diversas entidades e agrupamentos progressistas resolveram botar a boca no trombone, por considerarem insultante a visita de uma dissidente incensada e financiada pelos Estados Unidos, no eterno propósito de combater a revolução cubana.
Esses movimentos tomaram várias iniciativas para demonstrar que, a seu juízo, Yoani era persona non grata. As medidas tomadas, em alguns momentos, até passaram do ponto, caindo em provocações e deslizando para o exagero. Os ativistas eventualmente cometeram erros políticos, correndo o risco da antipatia do senso comum. Agiram, contudo, sob amparo da mesma Constituição que avalizou os protestos do Maracanã.
Inúmeros oráculos da direita reagiram com fúria descontrolada. Cerraram fileiras e acusaram os manifestantes de atentarem contra a democracia, sem pudores de expor sua dupla moral. Boa parte dos que supostamente se horrorizaram com as vaias contra a escriba, vale lembrar, vibrou com a armação de Maia e se dedica a estimular qualquer ação de repúdio, verbal ou física, aos petistas acusados no processo do chamado "mensalão".
Essa indignação pretensamente democrática dos setores conservadores exala o odor de sua contumaz hipocrisia. Claro, muitos cidadãos torceram honestamente o nariz, à direita e à esquerda, pois está sedimentado, em nossa cultura política, que o confronto é uma aberração da natureza. Mas a vanguarda reacionária está preocupada com qualquer outra coisa que não os bons modos.
A direita imaginou que o road show de Yoani Sanchez seria a apoteose midiática de uma nova voz contra o governo cubano. Acreditou que teria conforto para revalidar seu ponto de vista sobre o regime fundado em 1959, dando-lhe ares de unanimidade, em um momento no qual as atenções se concentravam na eleição de Raul Castro para novo mandato presidencial e no aprofundamento das reformas do sistema socialista.
Essa aposta, além de subserviência ideológica aos Estados Unidos, voltava-se também para desgastar um aspecto importante da política internacional brasileira, qual seja, o apoio à economia cubana e à integração plena do país no bloco latino-americano. Não é à toa que os valetes da blogueira foram alguns ases da oposição mais iracunda, aos quais se somou o inefável senador Eduardo Suplicy.
Qual não foi a surpresa dessa gente, porém, quando reparou que não haveria pacto de silêncio e a empreitada estava sendo enfrentada por onde passasse sua heroína. O governo não saiu um milímetro de seu papel institucional, a favor ou contra a blogueira, mas uma fatia da esquerda resolveu dizer publicamente o que pensava, em alto e bom som.
Bastou para os organizadores da visita reduzirem o número de eventos e Yoani cancelar sua ida para a Argentina, arremetendo diretamente para a República Checa. Temia-se que, em Buenos Aires, a recepção fosse ainda mais calorosa e massiva. O próprio Wall Street Journal, santuário do pensamento conservador, registrou que a presença da dissidente havia sido um tiro pela culatra e ressuscitado a solidariedade com a revolução cubana.
A mesma lucidez faltou a seus pares brasileiros. Como é de praxe, a imprensa tradicional recorreu à pena de articulistas que, com passado na esquerda, atualmente cumprem expediente como banda de música da direita. Outrora essa posição foi preenchida pelo talento político e literário de Carlos Lacerda, até de Paulo Francis. Infelizmente seus herdeiros têm poucas luzes e pálidos dotes narrativos, déficit que parecem compensar com um rancor irracional contra seu lado de origem.
E o ódio costuma ser, como se sabe, parteiro de ideias delirantes. Os manifestantes chegaram a ser comparados com os camisas-negras de Mussolini e as tropas de choque nazistas, enquanto Yoani Sanchez foi citada como equivalente cubana do sul-africano Nelson Mandela. São afirmações reveladoras de que não há limites para o reacionarismo quando as ruas ousam desafiar seu modo de ver o mundo.
Breno Altman é jornalista e diretor editorial do site Opera Mundi e da revista Samuel.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

1335- Para não nos esquecermos

26 de fevereiro seria o 3º ano do Movimento Convergência, uma data não esquecida no coração e mente de quem trabalhou duro.
Viva a CONVERGÊNCIA!
Reproduzo abaixo uma postagem de dezembro de 2010:

858- RELATÓRIO DA CONVERGÊNCIA: OS NÚMEROS GERAIS

Mr. Convergência!!

Senhores, em fevereiro deste ano começou o sonho de uma revolução. Em um shopping de Botafogo nos reunimos eu, o MF Alberto Mascarenhas e o GM Darcy Lima com uma pauta certa: ninguém aguentava mais o estado de incompetência, desídia, desconsideração, desorganização e bagunça que imperava no amado Xadrez do Estado do Rio de Janeiro. Era necessário fazer alguma coisa, urgente!
Surgiu a CONVERGÊNCIA. Nome apropriado, convergir as forças produtivas do Xadrez do Estado (divididas e fragmentadas devido à incompetência do poder constituído) em prol de uma união que eleve o Rio de Janeiro a seu merecido lugar no cenário do Xadrez brasileiro.
Passamos o resultado dessa reunião ao "quarto mosqueteiro", o AF Élcio Mourão e a partir daí inúmeros e-mails, telefonemas, reuniões para acertarmos as estratégias de atuação e o plano de atividades.
Alguns, no começo, deram declarações públicas de que o Movimento era um "fogo de palha", ia acabar logo. Pois bem, praticamente nove meses depois estamos estruturados, com cada vez mais adeptos (inclusive "mecenas"), uma proposta firme e todo gás para prosseguir essa nossa revolução.
Os números impressionam! foram 672 inscrições e 268 participantes que prestigiaram nosso trabalho!! Foi paga uma premiação total (incluindo as finais dos Circuitos) de R$ 35.250,00. Bancamos as premiações mas oferecemos uma política que garantisse um retorno financeiro a quem sediasse ou organizasse os eventos, por meio do rateio do valor das inscrições. Quem está com a Convergência ganha, senhores!
Além dos Circuitos, apoiamos torneios de outros organizadores, apoiamos as palestras filosóficas do MI Christian Toth e Prof. Roberto Cintra e lançamos o apoio das atividades ao ar livre-Xadrez nas Praças.
Quero, por fim, expressar o meu sentimento de honra em conviver nesses últimos meses com o MF Alberto Pinheiro Mascarenhas. Em mais de 20 anos de Xadrez, nunca vi alguém com tamanha capacidade de trabalho, honestidade, ética, habilidade interpessoal e, acima de tudo, amor, muito amor pelo Xadrez. E pelos praticantes do Xadrez. Sua capacidade gerencial, aliada a sua capacidade de se emocionar ao ver, por exemplo, uma criança carente jogando, são ingredientes de sucesso para o avançar de nossa árdua empreitada!
 
 A CONVERGÊNCIA ANUNCIA, A CONVERGÊNCIA REALIZA!
SEJA MAIS UM!!! 

1334- TIPIFICAÇÃO PENAL


Parte Especial
Título II
Capítulo VI
Art. 171 - Obter, para si ou para outrem, vantagem ilícita, em prejuízo alheio, induzindo ou mantendo alguém em erro, mediante artifício, ardil, ou qualquer outro meio fraudulento:

Pena - reclusão, de 1 (um) a 5 (cinco) anos, e multa.

SERÁ QUE A ESCOLHA DO MUNICÍPIO DEVEU-SE A SEU NOME: ARMAÇÃO DOS BÚZIOS ?

sábado, 23 de fevereiro de 2013

1333- Viktor, o amante apaixonado


Nesta sexta-feira ocorreu um torneio de xadrez relâmpago para abrir o Zürich Chess Challenge 2013. O GM Viktor Korchnoi foi para assistir os jogos em sua primeira aparição, depois de ser internado no hospital após o derrame que teve.