quinta-feira, 31 de outubro de 2013

1377- PALESTRA COM O MF ADRIANO CALDEIRA

Prezados,

O Mestre de Xadrez e escritor Adriano Caldeira (na imagem abaixo) se encontra no Rio de Janeiro e fará nesta sexta feira no Club Municipal uma palestra com o seguinte tema:

“As Famílias de Estruturas de peões no Xadrez”.

Caldeira também fará uma simultânea até 30 jogadores e a taxa de inscrição para assistir a palestra e jogar a simultânea será cotizada pelo número de participantes e é aberta a todos os jogadores de todos os clubes, professores e amantes da “Arte de Caíssa”.
O valor a ser cobrado aos interessados vai ser no máximo R$20,00 por pessoa. Quanto maior o número de interessados menor será a taxa.

Data: 01 de novembro de 2013 (sexta feira).

Início: As 19:00h.
Término: 22:00h.
Local: Club Municipal – Rua Haddock Lobo 359, Tijuca, Rio de Janeiro (próximo ao Metrô da Affonso Pena).

Contatos:

Tel: (21) 997787225 (21) 25694822 ramal 249 (Selmo Bastos)

E-mail: selmo_bastos@yahoo.com.br

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

1374- Morre O Professor

Com muita tristeza leio agora no site da CBX o comunicado do falecimento do Professor Silvio Luiz Teixeira Mendes.
Silvio foi meu primeiro e único Professor de xadrez. Lembro-me das inumeráveis noites onde eu ia no Satélite Clube (hoje AABB Tijuca) e o Silvio dedicava suas horas a me passar um pouco de xadrez (de graça). Não que eu fosse um talento, nunca fui, mas é porque o Silvio tinha a exata noção da importância que o xadrez teria para mim.
Recordo também quando, após eu perder várias partidas em um primeiro torneio, ele apareceu de surpresa na minha casa para dizer que eu continuasse em frente. Achei de extrema generosidade aquele ato vindo de um homem com fama de temperamental e difícil.
Uma pedagogia singular que jamais vi em outro professor.

Descanse em paz, Meu Professor.

terça-feira, 8 de outubro de 2013

1373- QUE EXEMPLO!!

QUERIDA VICENTINA!

Aos 100 anos de idade, uma moradora de Itanhaém, no litoral de São Paulo, é praticamente uma mestre no xadrez. Ela participa de campeonatos regionais e torneios em todo o Estado de São Paulo e conta que o jogo lhe dá mais disposição para continuar vivendo.
Natural de São Paulo, Vicentina Silva Iglesias foi registrada no dia 24 de setembro de 1914, um pouco mais de um ano após o seu nascimento. Criada por pais adotivos, ela viveu boa parte de sua vida em São Paulo e, quando tinha cerca de 54 anos, conheceu o xadrez. “Meu marido que me ensinou. Depois ele perdeu para mim e não jogou mais”, conta.
O esposo de Vicentina morreu em 2007, mas deixou os ensinamentos do xadrez. Nessa época, a cuidadora Valdinete da Silva Almeida, conhecida apenas como ‘Val’, já morava com o casal e procurou alguma forma de amenizar o sofrimento de Vicentina com a perda do marido. “Fui procurar alguma coisa para ela fazer e achei um professor de xadrez”, explica ela. Vicentina passou a ter aulas toda a semana do seu jogo preferido. O empenho da viúva surpreendeu a todos e ela foi inscrita em vários torneios regionais.
Medalhas e troféus de campeonatos de xadrez (Foto: Mariane Rossi/G1)
Dona Vicentina começou a rodar todo o Estado de São Paulo para participar das competições e se tornou uma colecionadora de títulos. “Eu ia até para o interior e ganhava”, conta. E Val sempre estava junto acompanhando os jogos de Vicentina, que aceitava qualquer adversário, independente da idade. “As vezes tinha 2 mil pessoas inscritas e, no meio deles, ela era a mais idosa”, fala Val.
Além da mesa de xadrez, a sala de estar da casa de Dona Vicentina tem um lugar especial. O “Cantinho do Xadrez” reúne mais de 15 medalhas e os troféus que a enxadrista ganhou em torneios regionais e em Jogos dos Idosos, realizados em várias partes do Estado. O último que ela ganhou foi em abril deste ano, nos Jogos Regionais do Idoso.
Para Dona Vicentina, o xadrez não tem idade. O jogo exige concentração e prática mas, segundo ela, não tem segredo. “Xadrez não tem técnica. Tudo depende do tempo que você joga e da prática”, afirma. Por isso, ela quer passar a sabedoria no jogo para os mais novos. Vicentina ensina os filhos de Val desde pequenos a jogarem xadrez. “A Vitoria tinha três anos quando ela começou a ensiná-la”, conta Val. Igor, de 16, é um dos adversários frequentes de Vicentina. “Ele é esperto. Ainda estou dando uma ‘surra’ nele mas vai ser fácil ele ganhar nos campeonatos”, fala Dona Vicentina, sempre sorridente.
Mesmo com tanta prática e títulos, ela continua treinando para outros campeonatos. Val conta que sempre inscreve Vicentina nas competições para ela não parar de jogar e manter a mente ativa. Além disso, pelo menos uma vez por semana, um colega que conheceu por meio do xadrez, vai até a casa dela para algumas partidas. Mas, se houver um adversário todos os dias, ela está pronta para ganhar mais uma vez. “Quando aparece um voluntário, eu jogo com qualquer um. Eu adoro xadrez. Se eu puder jogo todo o dia”, diz a centenária.

FONTE: http://www.tabuleirodexadrez.com.br/noticias-de-xadrez.htm

domingo, 29 de setembro de 2013

1372- Brancas jogam e........muito fino!!


Este problema me foi apresentado ontem pelo mago do solucionismo brasileiro, Roberto Stelling. Brancas jogam. Qual o veredito? conseguem empatar ou ganhar?
Analisem sem engines. É um ótimo exercício, puro xadrez!!

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

1370- Um excelente blog de xadrez

Navegando na web descobri um ótimo blog de xadrez: o Xadrez Valle do mestre e artista plástico Adriano Valle.
Postagens de ótima qualidade técnica de quem é craque! RE-CO-MEN-DO!!
Reproduzo abaixo uma postagem muito interessante do blog.

SETE PRECONCEITOS SOBRE O XADREZ

 
Desenho da Capa da Cartlha Xadrez
Ilustração de Adriano Valle para a Cartilha Xadrez do Ministério do Esporte.
Ao longo de minha longa jornada tendo o Xadrez como paixão e profissão, deparei-me frequentemente com alguns típicos preconceitos. Segue abaixo uma pequena lista de 7 destes pensamentos comuns, mas distantes da verdadeira natureza do Xadrez:
  1. O Xadrez é difícil de se aprender.
    Pelo contrário! As regras básicas do Xadrez podem ser aprendidas em alguns minutos, mesmo por uma criança em idade escolar. O aprendizado continuará avançando a níveis mais e mais profundos, mas o primeiro passo é aprender as regras que permitam a realização de uma partida e isso não tem nenhum segredo.
  2. O Xadrez é uma atividade muito estática.
    Outro engano comum. A aparência externa de um partida sendo jogada não reflete o intenso dinamismo percebido pelos jogadores. Esse dinamismo vivenciado refletirá em todo o ser, pois o corpo não está separado da mente. Isso sem mencionar as partidas de Blitz, que duram poucos minutos e são eletrizantes!
  3. O Xadrez exige uma grande habilidade matemática.
    Temos aí um preconceito duplo: com o Xadrez e com a Matemática. A Matemática está presente tanto no Xadrez como na Natureza e em nosso dia a dia. Ninguém precisa ser um gênio matemático para praticar Xadrez mas, praticando Xadrez, certamente sentirá mais facilidade em lidar com várias áreas do conhecimento, inclusive a Matemática.
  4. O Xadrez não é emocionante.
    Uma partida de Xadrez é repleta de surpresas, armadilhas, soluções incríveis e muita beleza. A adrenalina corre solta em um torneio de Xadrez. O Xadrez tem o lado Esporte organizado desde eventos restritos a uma escola ou clube até eventos internacionais, passando também por torneios amistosos entre amigos ou eventos em clubes virtuais, através da internet. Pratique e comprove: Xadrez é emoção!
  5. O Xadrez é um jogo de azar.
    O Xadrez não depende de sorte ou azar, uma partida não será decidida pelo lançamento de um dado, mas depende apenas de sua capacidade e dedicação. A imagem de jogos é generalizada como algo prejudicial, associada a hábitos de apostas ou vício. A prática sadia do Xadrez, abrange sua natureza de Esporte, Arte e Ciência e está presente em diversas escolas como eficaz ferramenta pedagógica.
  6. O Xadrez é só para idosos.
    O Xadrez abraça um imenso público sem limite de idade, gênero, constituição física. Mesmo portadores de deficiência física ou visual podem praticar Xadrez. E o melhor é que todos podem jogar juntos, em igualdade de condições, sem necessariamente uma divisão de categorias. Xadrez é para todos, para idosos também!
  7. O Xadrez é só para ricos.
    Já foi-se o tempo em que o Xadrez era encontrado apenas em castelos e praticado pela nobreza. Hoje é um esporte popular em todo o planeta e praticado por milhões de pessoas. Atividade ideal para ser implantada em escolas, pois além de trazer inúmeros benefícios às crianças, não exige grandes investimentos em ginásios, quadras, nem equipamento caro para praticá-lo. Com papelão, algumas tampinhas, embalagens e uma pitada de criatividade a magia do Xadrez já começa a acontecer!

1369- Momento Maiakowsky de Música: "4 marzo 1943" (Lucio Dalla) e "Minha história" (Chico Buarque)