sábado, 31 de outubro de 2009

409- Reflexões sobre o Ensino de Xadrez

Imagem 1- O tabuleiro vazio! onde devemos começar!

Imagem 2- O Jogo dos Peões


Bem, estamos vivendo uma onda de expectativas sobre o xadrez escolar. Foi criada até uma comissão do poder público brasileiro para se pensar o assunto e na FIDE a matéria já é debatida há algum tempo. Em termos de Rio de Janeiro temos inúmeras (a maioria muito boas) atividades de ensino do xadrez mas com um pecado comum: são dispersas, sem integração, troca de informações, debates,etc. É cada um por si (pela lei dura da sobrevivência dos que vivem de xadrez) em função do completo desinteresse de quem teria a competência e autoridade de integrar estas produções esparsas em nosso estado do RJ. Quem amasse xadrez de verdade faria um Programa Integrado de Xadrez Escolar, independente das afinidades políticas. Na ausência de um pólo integrador, cabem às próprias forças produtivas do ensino de xadrez no RJ a tarefa dura de reunirem-se.
Mas resolvi mesmo é abordar a forma como se ensina xadrez. É opinião de um aprendiz na matéria. Dei pouquíssimas aulas mas as que dei me deram uma convicção que mantenho até hoje. A experiência de ministrar aulas no Projeto Cuca Esperta há uns 20 anos na escola República do Peru, no Méier forneceu as minhas bases que venho confrontando ao longo do tempo com a pesquisa de materiais "teóricos" (cartilhas, projetos, textos pedagógicos,etc) que caem nas minhas mãos ou leio na internet. Imaginem alunos da rede pública, carentes, que só queriam saber de jogar bola e ping-pong, recebendo um cara baixinho e deficiente físico que estava lá para ensinar xadrez!!! Bom, primeira medida experimental que tomei: joguei fora a tal cartilha do projeto!! com aquele material não se iria a lugar nenhum! Li no blog Pílulas de Reflexão uma citação do nosso querido e brilhante Dirceu Viana que concordo plenamente: "As ações dos governos (em todos os níveis) necessariamente envolvem a confecção de cartilhas e a compra de kits escolares. O Brasil deve ser o país com o maior número de cartilhas do mundo. Em volume e variedade. Aí há espaço para tudo, inclusive para jogar dinheiro fora.
"Esses programas chapas-brancas começam e acabam antes mesmos do aluno descobrir que o cavalo anda em 'L' ou quem foi Rui Lopez.
"Minha solução? Valorizem os professores, dêem bolsas e programas de aprimoramento. Eles são os únicos que sobram quando o governante muda de nome e a torneira do dinheiro oficial se fecha." Tenho muitas cartilhas e todas são mais do mesmo. Só as seguem rigidamente quem for professor de educação física ou não ter previamente um contato suficiente com o xadrez!!Têm o mesmo pecado capital inclusive de muitos projetos de "pedagogos renomados do xadrez" que leio por aí: o rígido binômio, professor só ensina, aluno só aprende! as regras do xadrez são essas e pronto!
Na minha experiência escolar supra citada intuí (palavra exata pois era completamente desprovido de conhecimentos pedagógicos e, inclusive, experiência de vida) que, a priori, o xadrez e suas regras deveriam se adaptar à realidade do público-alvo e não o inverso! podemos transgredir algumas regras de forma a captar os conhecimentos, vivências, experiências do público-alvo? claro que sim!! o professor aprende e o aluno ensina também! Aquela intuição e os ensinamentos de um filme chamado Conrack (recomendo muito que assistam a esse filme! ideológico, lírico, lindo, cena final arrebatadora!) norteiam ainda hoje minha própria teoria de ensinar xadrez, aliás, ensinar qualquer coisa!!
Há uma profusão de afirmações sobre os benefícios pedagógicos do xadrez: aprimora a concentração, a disciplina, ajuda na matemática,etc,etc,etc! isto é correto? creio que sim desde que os ensinamentos sobre o próprio jogo sejam os adequados, o método de ensino seja adequado para o público-alvo específico. Ter pressa na execução de um método padrão (ensinar o movimento das peças, a posição inicial, os movimentos especiais, jogar uma partida, mate pastor, opa, já cumprimos nossa missão!!) é comprometer a consecução dos benefícios citados acima. Ensinar mal é não chegar a benefício algum! Ensinar a jogar uma partida de xadrez, com todas as suas regras, não é um fim em si mesmo que vá beneficiar necessariamente um grupo determinado de alunos!
Creio que se deve começar a ensinar mostrando bem o campo de batalha, o espaço por onde o aluno vai se desenvolver, ou seja, o tabuleiro vazio! Isto serve tanto para se iniciar um processo de trocas cognitivas entre aluno-professor como serve também para uma primeira verificação do "talento" do aluno para o jogo. Exercícios constantes de visualização do tabuleiro de xadrez são vitais para quaisquer alunos, mais ainda para aqueles escolhidos (e que quiserem, claro) a seguir para o xadrez de competição.
Para o ensino do movimento das peças, deve-se fixar bem as propriedades de cada unidade de batalha. Devemos ser criativos, bolar, dentro do ensino, jogos próprios para cada peça (mesmo infringindo as "regras normais"!). O aluno antes de jogar uma "partida completa" deve jogar vários jogos com peças isoladas (há tempo e habilidade do professor para isso, ainda mais com essas cartilhas por aí?). Eu já fazia isso lá na República do Peru mas alguns anos descobri um livro que reforçou minhas crenças e, inclusive, é meu parâmetro hoje. São os volumes I e II do Comprehensive Chess Course do Roman Pelts e Lev Alburt. Na imagem 2 lá em cima vemos a posição inicial (transgride as "regras" porque não tem os reis) de um dos jogos que o método do livro citado recomenda. Esses jogos têm suas regras próprias, vou explicitar a desse jogo dos peões (Comprehensive Chess Course, vol I, páginas 27 e 28):
Você ganha a partida:
a) se seu oponente desiste;
b) se você é o primeiro a capturar todos os peões do oponente; ou
c) se você é o primeiro a chegar na última fila (primeira fila do oponente) com um dos seus peões; ou
d) se a jogada é do seu oponente mas todos os peões dele estão bloqueados e você pode fazer ainda uma jogada com um de seus peões.
A partida está empatada:
a) se os jogadores concordarem com o empate; ou
b) se os peões estiverem bloqueados de forma que nenhum dos jogadores possa fazer jogadas com os peões.

Somente antes de iniciar a partida dos peões, o livro ensina a "Regra de Ouro" do xadrez, conhecimento imprescindível que todo principiante deve ter:
"Antes de iniciar , lembre de uma importante regra: se você toca uma das suas peças na sua vez de jogar, você deve jogar com ela. Se você toca uma das peças do oponente na sua vez de jogar, você deve capturá-la, se puder. E é claro, uma vez que você faça uma jogada, não pode mudá-la. Tenha o hábito de jogar a peça que tocar!! Primeiro, pense sua jogada cuidadosamente, então jogue com firmeza e sem hesitação."
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Escreverei mais sobre o assunto daqui para a frente. Agora, peço aos que militam no ensino do xadrez que façam os devidos comentários para que eu possa refletir e aprender com eles. Dedico meu texto ao melhor professor de xadrez que conheci: Silvio Luiz Teixeira Mendes.

Em tempo: o prof. Élcio Mourão está lançando o mais novo blog de xadrez escolar: É o Xadrez nas Escolas!

Grande abraço, boa semana!!

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

408- Xadrez e Autismo

Ajedrez y autismo

Extracto del libro 'Developing Chess Talent' ("Desarrollo del talento ajedrecístico") por Karel y MI Merijn van Delft

El ajedrez es un deporte muy apto para muchos niños y adultos con autismo, un trastorno del desarrollo del cerebro. El tema todavía carece de suficientes investigaciones científicas, también en el ámbito internacional, pero la experiencia muestra que el ajedrez sirve para estimular el desarrollo social, emocional y cognitivo.

Un ‘súper campeonato’ para Jaap de Vries

"¡Mate!", anuncia Jaap de Vries (9 años) con firmeza. Tras un ataque al rey enemigo, Jaap logra sumar su tercer punto en el campeonato nacional de alumnos de ajedrez en Gouda (Holanda). "Mi Elo se está disparado por las nubes!", grita.


Jaap de Vries

A Jaap no le gustan mucho las conversaciones con personas completamente desconocidas. Pero eso cambia si se le permite jugar una partida de ajedrez con él. Entonces comienza a hablar sin cesar entre las jugadas. "Al jugar al ajedrez, voy aprendiendo más y más. Es un deporte francamente divertido". Jaap quiere aprender a jugar al ajedrez muy bien. "Esto es un súper campeonato", dice.

Jaap sufre de Síndrome de Asperger. Debido a esto, tiene pocos contactos sociales. Entre las rondas del torneo, suele jugar con sus videojuegos de Nintendo. La verdad es que es precisamente eso lo que le permiten ponerse en contacto con otros niños, que se acercan a él, para ver a qué está jugando. "Si uno comparte sus intereses, sí está abierto para entrar en contacto", observa su madre Annemieke. "Estos juegos tienen pinta de ser muy de individualista, pero para Jaap son una oportunidad para estar en contacto con otros niños".

"Jaap nota los sonidos mucho más fuerte que otros niños", explica su madre. "Su cerebro no es capaz de filtrar los sonidos de fondo". Por eso suele llevar tapones en los oídos cuando juega al ajedrez con otros niños. Mantiene su inquietud cinética bajo control con la ayuda de una serpiente de juguete con la que puede jugar.

Jaap juega al ajedrez todas las semanas en la sección juvenil de De Wijker Toren. El entrenador Jan Sinnige da clases a un grupo de principiantes. ‘Jaap tiene un buen contacto con los demás niños del grupo, pero no con los niños de las otras secciones de edad", comenta.

‘En el club de ajedrez, poco a poco puede establecer contactos", me cuenta la madre de Jaap. ‘No tiene amigos entre los vecinos. Se siente en casa en el club de ajedrez".

Maarten Beekhuis: contactos a través del ajedrez

Durante la próxima temporada, Maarten Beekhuis (de 26 años) debutará en el segundo equipo del Homburg Apeldoorn. Tiene un Elo de 2126 puntos. ‘Llevo jugando ajedrez desde hace casi veinte años ahora. Durante una partida me pongo fanático, pero no suelo estudiar mucho. Creo que el ajedrez me gusta, porque soy buen jugador".


Maarten Beekhuis

Maarten sufre la forma clásica del autismo. Después de una estancia de varios años de duración en la Casa Leo Kanner (un centro para personas jóvenes con autismo) en la ciudad holandesa de Doorwerth, ahora está viviendo en un grupo especial de un hogar en Twello. Allí trabaja a media jornada en la biblioteca pública. ‘El resto del día voy haciendo cosas de la vida cotidiana, como ir de compras y cocinar. Trabajo con el ordenador, leo y juego al scrabble", comenta.

En el ajedrez, Maarten ha obtenido ciertos éxitos. Se coronó campeón de Holanda con el equipo del grupo E del club De Schaakmaat y triunfó con el equipo del Instituto de Apeldoorn. En el campeonato de Holanda juvenil (sub-12) ocupó el cuarto lugar.

‘Probablemente soy una persona más introvertida que la mayoría de la gente, pero me gusta tener contactos sociales. Mi autismo me lo pone difícil". Los autistas se toman el idioma en el sentido literal. ‘A veces la gente quiere decir otra cosa con lo que dice y muchas veces eso se me escapa. Eso me hace sentir inseguro".

El autismo se puede presentar en diversas formas. ‘En todo caso, el autismo se hereda y hay ciertos síntomas típicos: en mi caso, necesito estructuras y claridad. Mi perfeccionismo me hace difícil separar los asuntos importantes de los menos importantes. Y me asustan las cosas nuevas".

Durante una partida de ajedrez, Maarten se siente en su elemento: ‘Me puedo concentrar muy bien. En el instituto de salud GGNet suelo jugar al fútbol sala. Es divertido, pero también es duro. Pienso un poco lento y a veces no puedo capturar la situación al instante: ¿debo pasar el balón o debería actuar yo mismo?"

Tom Meurs disfruta con la estrategia

Tom Meurs (17 años) tiene Asperger. Este alumno lleva jugando al ajedrez desde que tenía once años. "Necesitaban un jugador para el equipo escolar. Así que rápidamente aprendí las reglas y me gustó". Pronto se apuntó al club de ajedrez en Ermelo, y participó en el campamento de ajedrez de De Schaakmaat en el Campeonato Abierto Juvenil de Holanda. Tom se entrenó con la Fundación para la promoción de ajedrez en Apeldoorn, Stichting Bevorderen Schaken Apeldoorn, y ahora juega en el segundo equipo del club Homburg Apeldoorn. Tiene un Elo de 2175. "Quiero superar la barrera de los 2300 puntos dentro de un año. Mi entrenador es el MI Yochanan Afek, que me da clases dos horas a la semana y también me entreno vía correo electrónico con el MI Tibor Karolyi, con quien estuve en Hungría durante una semana".


Tom Meurs (izda.) entrenándose con MI Merijn van Delft

Tom a veces no comprende lo que la gente quiere decir. "A veces le doy demasiada importancia". Una ventaja de su síndrome Asperger es que no le cuesta concentrarse. "Especialmente durante el entrenamiento. A la vez puede ser una desventaja en los torneos porque a veces me preocupo demasiado y eso es malo para mi rendimiento".

En los últimos meses ha empezado con el boxeo. "Es un deporte estratégico. Sufriendo y dando golpes. Es bueno para ganar autoconfianza porque también te tienes que preocupar de atacar. Es muy parecido al ajedrez".

"Lo más bonito del ajedrez", así opina Tom, "es que es un juego muy estratégico. Te ofrece el aplicar todos tus conocimientos y tu creatividad. Realmente tienes que trabajar duro, analizar, hacer planes, calcular más profundamente que tu oponente".

Tom tiene un consejo para los entrenadores de ajedrez. "En De Schaakmaat intentaron frenarme un poco cuando había logrado el cuarto nivel en tan solo una semana. Otros niños logran terminan dos páginas a la semana, pero un niño con Asperger que es entusiasta puede lograr mucho más. Deberían permitir a estos niños seguir adelante a su ritmo". Sus capacidades sociales han mejorado muchísimo en comparación con hace diez años. "Si esto es por el ajedrez, no lo sé. He aprendido mucho gracias al apoyo de mis padres".

¿Qué es autismo?

El autismo es un trastorno neurológico congénito. Los síntomas son: falta de habilidades sociales, la necesidad de una estructura fija, problemas con las emociones, la empatía, la auto-imagen, el lenguaje, poder de la imaginación y la locomoción. Los autistas tienen problemas para internalizar los estímulos sensoriales como conjunto. Los autistas a menudo tienen un campo limitado de interés, en el cual se pueden especializar profundamente. Para poder hacer frente a las complejidades del mundo exterior, los autistas buscan refugio en los hábitos y fórmulas fijas. Hablamos de los diferentes tipos de los Trastornos del Autismo. Existen la siguientes clasificaciones: autismo clásico, MCDD (Trastorno Complejo Múltiple de Desarrollo), el trastorno de Asperger y el PDD-NOS (trastorno generalizado del desarrollo no especificado).

Aproximadamente una de cada 200 personas padece un trastorno autista. Hay seis veces más niños que niñas que sufren del mismo. Cuanto mejor se adapta su entorno a sus necesidades, tanto más capaces serán los autistas de desarrollar sus cualidades.

El ajedrez es adecuado para los autistas

"El ajedrez definitivamente es apto como deporte para los autistas. Las reglas del juego están claras y no hay contacto físico, es bonito y tranquilo", dice Heleen Kers de Apeldoorn. A través de Heleen, una docena de niños de De Ambelt, un colegio de educación especial, se han apuntado a la escuela de ajedrez De Schakel. "Les puedes enseñar las cosas de manera normal, pero hace falta darles atención individual. Y el profesor debe utilizar un lenguaje muy claro".

En Putten, la ‘Fundación de Talentos Innovadores‘, organiza clases de ajedrez para gente joven con ASD (desorden del espectro autista). Esto se realiza en colaboración con el club de ajedrez PSV DoDo. La iniciadora Jacqueline van den Brink: "Muchas veces son capaces de pensar de manera muy lógica y eso encaja con el ajedrez. El juego es muy estructurado y analizable. Los autistas muchas veces son perfeccionistas. Cuando juegan al ajedrez, saben lo que están haciendo". La experiencia de Poulien Knipscheer, entrenadora de ajedrez y pedagoga de Rotterdam es que es necesario expresarse de manera muy clara y dar muchas información. "Al enseñar a jugar al ajedrez a niños autistas, es mejor explicarles todo a la vez en lugar de ir introduciendo las reglas y sus excepciones poco a poco".

El ajedrez es una herramienta fantástica para crear contacto mutuo, así la conclusión del coordinador de actividades recreativas, Wicher Struik, de la Casa Leo Kanner. "Al apuntarse a este pequeño club, tienen un sitio donde se sienten a gusto y esto refuerza su identidad". Peter Hamers da clases de ajedrez en la Casa Leo Kanner como voluntario. "Para dar clases de ajedrez a autistas, el grupo de personas debería ser pequeño. Tienes que explicar con palabras claras, qué es lo que vas a hacer durante la clase y no te puedes desviar de ello. Sus logros con el ajedrez aumentan autoestima. Les hace sentirse más apreciados".

Willem van der Hulst da clases de ajedrez a un grupo de cuatro chicos que tienen entre siete y doce años. "Lo más importante es tener paciencia. De vez en cuando están muy acelerados e impulsivos. Hay que explicarles claramente qué es lo que se espera de ellos. Además hay que motivarles porque muchas veces les cuesta tomar la iniciativa por su cuenta. Se puede ver lo bien que se lo pasan. Tengo la impresión que el ajedrez es muy bueno para su desarrollo, intelectualmente, socialmente y emocionalmente. También les da confianza en si mismos porque aprenden cómo es hacer bien una cosa". El Centro InsideAut en Alkmaar tiene un club de ajedrez. A muchas personas que padecen de autismo les gusta jugar al ajedrez y lo hacen bien, dice la empleada Carola Zwartjes. "Aquí todo es seguro y tiene su estructura clara. En un club ‘normal’ las personas con autismo muchas veces se pierden el contacto social con los demás miembros del club".

El MI australiano Alex Wohl ha entrenado al talento Trevor Tao durante los años noventa. "Tienes que explicar todo de la manera más simple posible", comenta. "No debes esperar que ciertos conocimientos estén presentes o que algo será sobreentendido. Tienes que asegurarte siempre si captan o no lo que estás diciendo. Con muchos autistas es posible comunicarse muy bien, pero de una manera diferente".


El entrenador y GM Artur Jussupow trabajando con los jóvenes

"Developing Chess Talent - How to create a chess culture by coaching, training, organization and communication"

Por Karel van Delft and IM Merijn van Delft.
Traducción al inglés: Peter Boel.
Introducción: GM Artur Yusupov.

Se trata de una traducción del libro holandés ‘Schaaktalent ontwikkelen’. Será publicado en abril de 2010 por KVDC (Apeldoorn, Holanda)

Contacto: karel -at- kvdc.nl.

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Traducción de este reportaje al castellano: Nadja Woisin, ChessBase

FONTE: CHESSBASE ESPANHOLA

407- Os matches e os problemas do Solving Show!

O match: à direita do sérvio Milan Velimirovic (o "mediador do combate") está o ucraniano Vladimir Pogorelov. Do lado esquerdo de Milan está o polonês Kacper Piorun.

Toda 6ª feira ou sábado vou postar os problemas de mates diretos em 2 dos matches ocorridos no Solving Show, uma das atrações do 52º WCCC. Cada semana um match diferente, começando pelas oitavas de final.
Hoje é o match entre o ucraniano Vladimir Pogorelov e o polonês Kacper Piorun.
Os jogadores tinham até 180 segundos para responder a chave (1º lance das brancas). Os leitores podem tentar. Em todos os problemas as brancas jogam e dão mate em 2 lances.
Miroslav SUBOTIC
Probleemblad 2004

Depois de 44 segundos, Pogorelov apertou o botão e disse a chave correta. Ganhou o ponto.
Piorun 0 -Pogorelov 1.

J.W. LOOYEN
Kentish Mercury 1898 12. Prize

Depois de 8 segundos, Pogorelov apertou o botão e disse a chave correta!!! Ganhou o ponto. Piorun 0 -Pogorelov 2.


Vladimir Richkov
64 1988

Depois de 70 segundos, Pogorelov apertou o botão e disse a chave correta. Ganhou o ponto.
Piorun 0 -Pogorelov 3.
Fim do match.



Fonte dos Problemas: Matplus

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

406- XADREZ COMO FERRAMENTA PEDAGÓGICA NO MORRO DA BABILÔNIA-RIO DE JANEIRO.



Xadrez ajuda crianças na escola e na vida no Morro da Babilônia
As aulas são de graça e acontecem três vezes por semana. Jogo traz não apenas melhor rendimento escolar, mas também o desenvolvimento pessoal.

As crianças do Morro da Babilônia, no Leme, estão dando um cheque mate nos problemas da escola e do dia a dia. Um projeto levou o jogo de xadrez para a comunidade. E olha que não param de chegar alunos querendo aprender a arte do tabuleiro.

Dificuldade de aprendizagem, notas baixas, no Morro da Babilônia, as crianças estão aprendendo a dar um xeque-mate em todos esses problemas. Com apenas cinco aulas, a aluna Clara já sabe usar as peças do xadrez. Ela explica direitinho como se joga com cada uma delas.

Os jogos acontecem na sede da associação de moradores do Morro da Babilônia. As aulas são de graça e acontecem três vezes por semana. Em menos de um mês de curso, o professor Wagner Peixoto admira o entusiasmo da turma da comunidade.

“Xadrez é um esporte que é individual, ou seja, você tem que tomar as decisões sozinho, ninguém vai te ajudar. Isso dá certa independência muita legal para a criança. Aqui já se pode deslumbrar talentos, em breve pode sair campeões daqui”, diz o educador.

O xadrez é um jogo que exige raciocínio lógico e concentração, ganha quem escolhe a melhor estratégia. Essa combinação de características que vai trazer não apenas o melhor rendimento escolar, mas também o desenvolvimento pessoal. A professora vê vantagens em usar a técnica no dia a dia dos estudantes.

“Ajuda eles a pensarem no outro colega. Quando tem uma certa dificuldade, através do jogo eles pensam em ter paciência, ensinar o próximo em clima de união”, aponta a professora Fernanda Bernardes.

As aulas acontecem com o apoio da unidade de Polícia Pacificadora e da associação de moradores. O capitão Felipe, comandante da UPP, arrisca uma partida com os novos jogadores e não acha o jogo fácil.

Até para quem nunca jogou antes, a novidade faz sucesso: “Eu acho legal, acho que é bom para no nosso raciocínio na escola para matemáticas e outras disciplinas”, conta um aluno.

FONTE: http://rjtv.globo.com/Jornalismo/RJTV/0,,MUL1359557-9097,00-XADREZ+AJUDA+CRIANCAS+NA+ESCOLA+E+NA+VIDA+NO+MORRO+DA+BABILONIA.html

405- Momento Maiakowsky de Fábulas

O FUNERAL DA LEOA

Tendo o leão perdido subitamente a sua rainha, todos se apressaram a mostrar fidelidade ao monarca oferecendo-lhe consolo. Mas infelizmente esses cumprimentos só estavam deixando o viúvo mais aflito.
Noticiou-se por todo o reino a hora e o lugar do funeral , os oficiais receberam ordem para ficar de prontidão, dirigir a cerimônia e distribuir as pessoas segundo seus respectivos níveis na sociedade. Pode-se bem imaginar que não faltou ninguém. O monarca deu vazão a sua tristeza e toda a caverna, visto que leões não têm outros templos, ressoava com seus lamentos. Seguindo o seu exemplo, todos os cortesãos rugiram nos seus diferentes tons. A corte é um lugar onde todos ficam tristes, alegres ou indiferentes de acordo com o príncipe reinante; ou, se alguém não se sente assim, pelo menos tenta parecer que sente; todos procuram imitar o senhor. Diz-se que uma só cabeça anima milhares de corpos, mostrando nitidamente que os seres humanos não passam de máquinas. Mas voltemos ao nosso assunto. Só o veado não chorava. Como ele era capaz disso, realmente?
A morte da rainha era uma desforra para ele; ela havia estrangulado a sua esposa e o seu filho. Um cortesão achou justo contar ao consternado monarca, e até afirmou ter visto o veado rir. A ira de um rei, diz Salomão, é terrível, principalmente a de um rei-leão. "Miserável forasteiro!", exclamou, "ousas rir quando todos a sua volta se desfazem em lágrimas? Não sujaremos nossas garras reais com seu sangue profano! Vingarás, bravo lobo, a nossa rainha imolando esse traidor a sua augusta alma?"
Ao que o veado respondeu: "Senhor, já não é mais hora de chorar, a tristeza aqui é supérflua. Vossa reverenciada esposa acabou de aparecer para mim, repousando sobre um leito de rosas; eu a reconheci instantaneamente. 'Amigo', ela me disse, 'termine essa pompa fúnebre, faça cessar essas lágrimas inúteis. Provei milhares de delícias nos campos Elísios, conversando com santos como eu. Deixe que o desespero do rei permaneça por uns tempos incontido, ele me gratifica' ". Mal ele havia falado, quando alguém gritou: "Um milagre! Um milagre!". O veado, em vez de ser punido, recebeu um belo presente. Deixe que o rei sonhe, teça-lhe elogios, e conte-lhe algumas mentiras agradáveis e fantásticas: por mais indignado que ele esteja com você, engolirá a isca e fará de você o seu melhor amigo.
FÁBULAS, JEAN DE LA FONTAINE, 1621-1695.

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

404- HOJE É UM DIA ESPECIAL!!

O dia do flamenguista

By RicaPerrone

“Cada brasileiro, vivo ou morto já foi Flamengo por um instante, por um dia.“, disse Nelson Rodrigues, fanático tricolor desprovido de vaidades clubisticas na hora de analisar futebol.

Hoje, 28 de outubro, é o dia do flamenguista. Hoje, 28 de outubro de 2009, é o dia que o Flamengo pode se tornar líder do campeonato Brasileiro. Hoje, como quase toda quarta-feira, é dia de 35 milhões de pessoas viverem por um só objetivo e outras 150 milhões torcerem contra.

Amanhã, como sempre, líder ou fora da briga, a capa dos jornais terá o tal do Flamengo.

Decidindo titulo, lá estarão milhares de torcedores, em outro estado, fazendo com que o tal do Flamengo jogue em casa quando deveria atuar fora.

No sábado, onde todos brigam pela liderança, lá estará ele, de novo, jogando com 12, burlando o regulamento básico do futebol.

E se o time pipocar e perder o titulo novamente, não muda nada. Vão se revoltar, xingar, protestar e, daqui 3 meses, lá estarão eles fazendo juras de amor ao time num clássico qualquer pelo campeonato estadual, aquele que nem eles aguentam mais vencer.

O time mais inexplicável do planeta terra, sem dúvida.

Não ganha o principal titulo nacional desde 1992. Lá se vão mais de 17 anos e a torcida diminui? Não, aumenta. Segundo pesquisa, a maior entre as crianças do país.

Quando ninguém dá nada pra eles, chegam e surpreendem a todos. Quando todos esperam muito, ele perde e decepciona sua nação.

Favorito em tudo que disputa, simplesmente pelo citado acima. Ninguém é capaz de saber o que esperar do Flamengo, nunca.

E quando eventualmente não tem um time capaz de ser campeão, a cobrança é como se tivesse. Ou seja, não existem jogadores no Flamengo. Existe o Flamengo e ponto final.

Única torcida do planeta que paga ingresso por 2 espetáculos. Um no campo, como todas elas, e outro que ela mesmo proporciona.

O flamenguista vai ao Maracanã pra curtir o time, o jogo, o clima e a própria torcida. É único.

Talvez uma das raras torcidas do mundo que tenha dezenas de ídolos, mas que não há discussão sobre o maior.

Existe o Zico e o resto. E o “resto” inclui, talvez, os dois melhores laterais que o mundo já viu em cores. Leandro e Junior.

A Nação rubro-negra não tem esse nome a toa. São 35 milhões de torcedores, e vejamos:

A cidade mais populosa do mundo é Tóquio. E tem 34 milhões de pessoas.

A maior do Brasil é são Paulo, com 19.

O Flamengo, sozinho, tem 35. Se cobrasse impostos seria trilhardário.

Não cobra, e vive devendo.

Deve milhões, e isso não faz a menor diferença.

Ao contrário do amor que tanto exaltamos, este não vai embora quando o amado fica pobre. É amor de verdade, o mais puro que existe.

Incondicional, este sim.

Aquele que não analisa, que não raciocina, que não condiciona a nada.

A nação poderia dizer, sem culpa: “Eu te amo, e pronto”.

Não interessa porque, como, quando e nem sob quais condições.

É maior, é inexplicável.

Ser Flamengo é algo que não tem comparação. Eu não nasci assim, e nem ouso dizer se felizmente ou infelizmente.

Flamenguista é aquele sujeito que ama futebol acima do que ele o proporciona. Aquele que não troca amor por resultados, e que não condiciona sua preferencia por um ou outro jogador.

Por aí existe o Santos de Pelé, o São Paulo de Rogério Ceni, o Palmeiras de Ademir.

Lá existe o Zico do Flamengo.

A ordem é sempre inversa. Os valores são sempre diferentes.

Ser flamenguista não torna ninguém melhor do que os outros, nem pior. Diferente, sem dúvida.

Ser maioria é algo que fortalece. É infinito, porque a nação não tem fim, e nem deixará de ser a maior torcida do país nos próximos 200 anos.

Odiar o Flamengo é absolutamente justificavel.

Qualquer um fica irritado em ganhar titulos e mais titulos e ver que a capa do jornal não muda de foto. É sempre a do Flamengo.

Qualquer um se incomoda em saber que titulos e dividas menores não conseguem sobrepor a importancia de um clube que tem sua grandeza baseada em nada atual e concreto.

É grande. Porque? Porque é.

Pode existir algo maior do que o que não se explica?

Entrar num Maracanã lotado e olhar pra aquela torcida é algo que apenas eles sabem o que é, o que significa e o quanto importa.

“Torcida não ganha jogo”, dizem.

“Só se for a sua”, eles dirão.

Hoje é dia do flamenguista.

Você não é Flamenguista?

Que pena.

403- 52º WCCC. The Compositions!

52º WCCC-Rio de Janeiro 2009. Long Composing Tourney. Miccheel McDowell (GBR). First Prize. Helpmate in 2. 2 solutions.

Theme: Helpmate in 2 moves. In a phase, a black piece A opens a line to a white piece B, an another phase the same black piece A opens another line to the same white piece B.

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Toda 4ª feira postarei uma composição elaborada no 52º Congresso Mundial de Composição realizado aqui no Rio de Janeiro. É uma singela homenagem a todos os Congressistas, assim como aos admiráveis organizadores do evento.

402- Perguntar não ofende (em dose dupla)

PERGUNTAR NÃO OFENDE 1: Foi explicado à comunidade enxadrística do RJ o motivo de se chegar às 10:45 em um COMPROMISSO marcado para as 10:00?

PERGUNTAR NÃO OFENDE 2: A cerveja Índia do Devassa dá tanto soninho assim?

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

401- Interclubes RJ-miscelâneas

De Maiakowsky

Estive pouco no Interclubes, um pouco no sábado, um pouco no domingo. Minhas impressões: o Tijuca exclamou na organização, decoração,etc. Good job do Sérgio e Reynaldo, Parabéns!!
Sobre o Império: desgastou, ninguém aguenta mais tantos absurdos, tanta inépcia. Está tudo desagregado. É Teoria dos Jogos: o Império maximizou tanto seu interesse que há um desequilíbrio nos interesses coletivos. Ouvi dizer que o imperador afirma que não aguenta mais também mas que não tem ninguém de confiança para "entregar o cargo"!! que tamanha arrogância e soberbia!! agora qualquer mudança tem que estar submetido à "confiança" do imperador e não aos interesses coletivos do amado xadrez do RJ??
Clubes, jogadores, acordem!! professores, instrutores, se unam para um projeto comum de difusão do xadrez no Estado.
Clubes se unam para discutir um novo projeto de GESTÃO para o xadrez do RJ. Do jeito que está todos estamos perdendo.
Ter medo não é ter respeito!

De Celso Renato


O interclube carioca deste ano, igualmente como no ano passado teve vários problemas, confusões, ameaças de brigas constantes, pois os ânimos estavam alterados, longos atrasos como de costume, o que já se tornou marca registrada nas competições organizadas pela entidade maior do xadrez carioca, e pasmem até mesmo no Domingo (segundo dia do evento) a rodada que estava prevista para começar ás 10:00hs, na verdade só iniciou-se ás 11:30hs, pois o dirigente da Federação Carioca que mais cedo chegou ao local da competição, pisou no salão de competições ás 10:45hs. Absurdo! Demostrando uma falta de respeito muito grande aos enxadristas presentes e causando revolta no assessor técnico Sérgio Dias (TTC) que alegou que foi o primeiro a chegar, mas que não dependia dele, pois estava ali apenas como responsável pela equipe do TTC na competição. Faltou até papel oficio para imprimir os resultados. Vou deixar registrado aqui meu comentário, sabe por que tal balburdia acontece sempre? Porque os clubes são omissos e seus presidentes covardes, isso em qualquer lugar do “PLANETA” jamais aconteceria 2 (duas) vezes, mas os desmandou só aumentam, até quando ficará essa situação que chamaria de calamitosa, está muito difícil participar de competições organizadas pela Federação, uma competição deste nível tivemos até jogador arbitrando como árbitro. Os árbitros também não se entendiam, pois o “coitado” do Marcelo Einhorn não conseguia impor sua autoridade como árbitro principal, ficava igual “barata tonta” pra lá e pra cá, tendo que atender vários chamados ao mesmo tempo, e cada um fazia o que bem queria, lamentável!

Da Fexerj

Grande Festa do Xadrez!

O 34º Campeonato Estadual Interclubes bateu o recorde, e alcançou 56 equipes participantes, lotando o salão nobre do TTC.
Presença de 4 MIs no classe A, que conta com 13 equipes. Classe B 20 e Classe C 23!

Mais uma vez o Interclubes se destacou pela confraternização e a alegria do encontro entre os diversos Clubes e seus atletas. No ano de 2006 fizemos no salão nobre do Iate Clube da Ilha, em 2007 e 2008 realizamos o Inter no excelente salão nobre da AABB Tijuca e novamente em 2009 não foi diferente, o salão foi excelente, com muito boas condições a todos.

Na cerimônia de abertura tivemos uma grande festa com direito a participação da banda da Polícia Militar do Rio de Janeiro, bolo de aniversario da FEXERJ e coquetel para os jogadores. Agradecemos o apoio do Presidente do TTC, Victor Cézar Pereira Freitas para a realização desta bela festa.

Após a disputa da última rodada, os campeões de cada Classe do Interclubes foram:

Classe A - CXGR com MI Dragan, MI Perdomo, MI Limp, MF Sadi e Marcelo Santos, TTC I vice e CMUN1 3º.

Classe B - TTC1 campeão com Romildo Santos, Fernando Madeu, Alexandre Lima, Leonardo Mano, Sérgio Gonçalves e Miguel Ângelo, CXP1 vice e CFCSN 3º.

Classe C -AABB2 campeã com Jonathan Gonçalves, Jackson Vieira, Marcos Vinicius, Thiago da Gama, Túlio Fernandes, CMUN1 vice e JTC1 3º.

Veja resultado completo de todas as equipes no link de Waldemar Costa.

O troféu geral, que computa a melhor participação nas três classes ficou com o TTC seguido do CMUN.

No domingo tivemos a importante presença do AI Freiderich Alfred Salamon, prestigiando o evento.
Este belo número de participantes é fruto do excelente trabalho dos Clubes do Estado junto com a FEXERJ no desenvolvimento do xadrez em todas as regiões
.

De José Blanco


SEMPRE MAIS DO MESMO
Pelo que tenho ouvido, SIMPLESMENTE, o INTERCLUBES deste ano está sendo o PIOR dos desastres.

Não fosse o esforço dos tijucanos, e, mais do que esses, dos clubes que estão fazendo um esforço hercúelo, acho que o torneio nem terminaria.

Começar com 1 hora de atraso já era um grande prenúncio do que viria.

Soubesse que 1 hora se transformaria em 2 horas, sinceramente, teria pedido que as equipes da ALEX não fossem emparceiradas nas rodadas subsequentes.

É uma desfaçatez o que fizeram e estão fazendo com o ÚNICO torneio de clubes do calendário.

Tão bons e experts são aqueles que lá estão, e, continuam a repetir os mesmos erros ridículos de sempre.

DE QUALQUER FORMA, vamos terminar essa competição com sobranceira tranquilidade de que tentamos mais uma vez prestigiar o xadrez, não o deixando entregue aos interesses menores que insistem em nos cercar.

De Marco Coutinho


O Interclubes realizado este ano nos leva, certamente, a profundas reflexões. No quesito estrututa, excepcional, com exceção da iluminação. O TTC se supera a cada evento, de forma positiva, com participação fundamental do Sérgio Dias.
Quanto à parte técnica, alguns comentários. Havia poucos árbitros, sendo que alguns mal preparados. Faltou também disciplina. Não pode um árbitro discutir com um atleta. O recomendável é chamar sua atenção, de forma educada, em voz baixa. Se este persiste na reclamação, existem as penalidades aplicáveis a cada caso. Se um enxadrista levanta a voz perante o árbitro deve ser imediatamente retirado do torneio e expulso do salão. No caso de Interclubes, até a equipe é passível de punição.
Para se haver um Interclubes mais organizado, creio que deve existir um Congresso Técnico, no mínimo uma semana antes, com a presença da diretoria da FEXERJ, do Conselho de Árbitros e dos presidentes das agremiações que disputarão o certame. A data limite de inscrição para o campeonato tem de ser respeitado e, um dia após o término das inscrições, publicado na página eletrônica da FEXERJ, com a composição das equipes. Evitaria que, conforme aconteceu com a AXXM,um atleta sem rating, quarto tabuleiro, jogasse no primeiro tabuleiro, pois tinha o famoso "grampo" (atleta que não é federado, disputa alguns torneios e seu nome não sai na listagem). E o que é pior: sequer fomos avisados, nem por telefone, e-mail, msn, torpedo, pombo-correio, nada. Será que também seria o caso de publicarem os rating's de jogadores não-federados? Isto tudo pode ser objeto de discussão e votação na próxima Assembleia da FEXERJ.
Os campeonatos devem começar estritamente na hora. Um atraso de dez minutos, quiçá uma hora na primeira rodada, não é o ideal, mas é tolerável. Além disto, é um completo desrespeito com as agremiações, salvo motivo de força maior. Um aspecto técnico que não está sendo levado em consideração: se o evento está marcado para iniciar às 13:00 h, por exemplo, começa às 14:00h, o enxadrista que comparecer ao salão de jogos apenas às 14:05h deverá perder os pontos por wo. Isto já aconteceu e deveria continuar sendo desta forma. Mas isto é tarefa para o Conselho deÁrbitros.
O árbitro que chega atrasado deve ser suspenso preventivamente. No caso de reincidência, afastamento por um ano. Acontecendo novamente, o árbitro deverá ser excluído do quadro de arbitragem, pois demonstra completo desrespeito, despreparo e irresponsabilidade, atributos estes que justificariam sua eliminação do quadro.
Existe ainda outro problema: a conduta de atletas e de espectadores. Houve um Regional, em Três Rios, no qual uma espectadora "acusou" a queda de seta. No Interclubes, atrás da mesa 1, na quarta rodada, match entre AXXM e CXGR ( a AXXM liderava com 3 pontos), um senhor bradava entre altos berros com sua equipe B. Será que não havia lugar melhor para este senhor bradar, de forma ensandecida, com seus atletas? Ou seria uma provocação com os atletas da AXXM? Quem conhece a história, sabe do que estou falando. Se o Barata estivesse gritando atrás da mesa 1, em um match, por exemplo, ALEX x CXM, será que pensariam que foi uma atitude despercebida, ou que seria uma afronta?

De Joca de Deus

Amandos, malamados, barraqueiros de todos os quadrantes, o que prometia virou festa das grandes....

A grata surpresa do esquecido xadrez carioca foi o "Interclubes 2009”- show, sem exageros (digo melhor, com alguns sim....).
Comandada pelo gentleman Reynaldo Velloso, tivemos um dos melhores palcos onde este pobre escriba já tenha empurrado madeira....

Lindas recepcionistas; coquetel de primeira linha; bolo de aniversário (parabéns Fexerj 34 anos!) refris e até shoppinho gelado, é mole!
Se soubesse traria dois 2.600 pra festa: -Jacóia e Crisolon...aquele abraço!

Tivemos banda da PM para o hino nacional (e até o do Flamengo do Paulinho Goulart....), mesinhas com toalhas, ar condicionado....um capricho só – parabéns ao querido Tijuca TC !
Destaque à ilustre visita do árbitro Friedrich Salomon, ícone da árbitragem carioca - vida longa!

Figuraças? Ah! Todas lá....desde o “procurado por marido bravo” (não deixaram o bichinho jogar, muito menos arbitrar – o jeito é voltar a nadar rapaz....), passando pelo “colosso de Niterói” e sua garra costumeira; o entusiásmo do professor Tarchess; o baladeiro de Nova Iguaçu; e ele.... a imponente figura do “barraqueiro do Tijuca”....esse deu o que falar...

Com 2.600 no quesito, fomentou paixões: - desde a “musiquinha brega” até “a vaia com relógios parados”.....e, sempre repito, a gente pensa que já viu tudo nesta vida de 64 casas...

O figuraça encrencava com alguma ou qualquer coisa...ninguém sabia o certo o por quê, mas ele estava lá: confusão a cada rodada...e vê se tinha alguém pra segurar o portentoso...

Lá pelas tantas, rodada correndo, dedo em riste, olhar 47, bradava...”eu não gosto de você” (sic) a um dos principais dirigentes do torneio. E vocês acham que a cariocada perdeu a oportunidade? Ecoou no salão de festas do Tijuca TC a musiquinha....

“...você não vale nada mas eu gosto de você; tudo o que eu queria era saber porquê....”

http://www.youtube.com/watch?v=FRRW1dh2CIM


E ninguém acalmava o bichinho:-a cada rodada lá estava ele....até que no ponto alto dos ânimos este pobre capivara viu a galera toda parar os relógios e soltar aquela vaia digna de Maracanã lotado.... já vi gente parar relógios pra tudo, desde chorar meio pontinho a reclamar do barulho; do celular; de tudo, mas uma parada geral? Esta foi inédita, com certeza!

Imaginem, amantes de todos os tabuleiros, o que seria se naquele épico "Ogro da Planilha x Spider man", tivessemos a participação e intervenção do "Barraqueiro do Tijuca".....moçada, hoje o Hotel Nacional de Americana não estaria de pé.....com certeza não!

Bom torneio com ótimas equipes separadas pelo critério carioca de “classes” A, B e C, conforme rating local (neste, devem ter inaugurado o “sem classe” com certeza...)

Na Classe A, a mais concorrida, venceu a sempre “Grande Roque”, uma espécie de “clube fantasma”, sem sede, sem sócios, sabe como é....coisa de carioca....

Ela ganhou com méritos, formada pelo Dragão Stamenkovic; Leo Perdomo; Edu Limp (agora hospede da linda Petrópolis) e o figuraça do Sadi Dumont – parabéns aos campeões!


Nosso IBC de tantas glórias (Alexandre Campos; Joca; Josimar Castro e Célio Antunes) chegou em meritório 4º. lugar dentre 13 ótimas equipes – nos aguardem em 2010!

De Eduardo Arruda

o Interclubes desse ano tb foi recorde de recursos para o Conselho de árbitros, 3 antes de começar e 2 no evento, recursos esses que o Salamon deu liminares e que até agora não foram questionadas, caso venham a ser , será necessário convocar o conselho de Árbitros.
( pelo que o Salamon me contou, acredito que o CXGR, poderia perder seu titulo uma vez que a sumula foi assinada por pessoa com total impedimento para fazê-lo, e em vez de ter empatado de 2 a 2 com o TTC perderia de 4 a zero)
Aproveito tb, para corrigir o Amigão Joca, foi o 34º interclubes da FEXERJ, mais o 33º aniversário, teve interclubes no ano zero.
Vamos ver se a entidade vai fazer o que esta em sua pagina:
" ...A maioria dos campeonatos de nosso calendário inciam nos horários marcados, mas infelizmente temos algumas poucas exceções, inclusive por atraso do árbitro.
Faremos uma fiscalização rigorosa, inclusive solicitando ao Conselho de Árbitros, advertências e até suspensão do atrasado. "
Aproveito para lembrar que qualquer atleta ou Clube participante do Interclubes, pode informar ao Conselho de Árbitros, sobre atrasos da arbitragem, comportamentos inadequados e etc.

De Carlos Amorim

Caros amigos,

decidi postar meus comentários sobre o Interclubes somente hoje para que a emoção não sobrepujasse a razão na hora da análise.

Façamos esta análise como o sub-título deste post pede: prós e contras.

Comecemos pelo lado bom!

PRÓS

. SALÃO DE COMPETIÇÃO: Sem dúvida a melhor estrutura física em que tive a oportunidade de disputar o Interclubes. O Tijuca ofereceu aos enxadristas fluminenses o belo salão nobre bem decorado, falhando um pouco na iluminação, mas dando um banho nos espaços de anos anteriores.

. CAMPEÕES: Os vencedores fizeram por merecer seus títulos; na Classe C o meu AABB-Rio (não é AABB-Lagoa, amigos!) fez 5,5 em seis e levou o caneco; na Classe B a equipe tijucana dos amigos Madeu e Levy e dos boas praças Romildo e Alexandre faturaram o título; na Classe A, nenhuma surpresa com o Grande Roque chegando em primeiro; O campeão geral foi o TTC e o Municipal ficou o o vice. Parabéns aos tijucanos Reinaldo Veloso e Sérgio Dias e, também, ao Silvio Rezende e Selmo Bastos pelo segundo lugar do CMUN.

. VISITA DE SALAMON: Foi muito bom rever o velho! Ao que parece o xadrez do Rio ainda precisa e muito de Friedrich! Retarde sua aposentadoria Salomão!

. HOMENAGEM A FEXERJ: Muito boa a ideia de fazer um bolo para comemorar o aniversário da Federação. Com atitudes como essa os jovens enxadristas podem conhecer um pouco da história da FEXERJ.



E agora os...

CONTRAS

. ATRASOS: É incrível que torneios arbitrados pelo Sr. Marcelo Einhorn sempre (sempre mesmo!) começam com atraso. A primeira rodada estava marcada inicialmente para às 13:45h, depois transferiram para 14:00h, mas só começou depois de 15:30h. Os jogadores que disputaram a terceira rodada até o apuro sairam do Tijuca após ás 23:00h. Desrespeito com os atletas e com os clubes! Um absurdo!!!

. COQUETEL COM CERVEJA: Alguém da organização devia ter o bom senso de perceber que não se deve servir bebida alcoólica antes do início do torneio. Vi vários entornando muitoss copos e isso poderia gerar confusão mais a frente. Felizmente nada neste sentido aconteceu, mas a falta de entendimento de que esporte e bebida não combinam foi uma bola fora.

. DISCURSOS DEMAIS: Fui atleta e tenho pelo TTC e alguns de seus dirigentes um carinho muito grande, em particular o ex-presidente José Vicente que foi um grande incentivador do enxadrismo cajuti. Mas a profusão de discursos antes do início do certame contribuiu e muito para o atraso de uma hora e meia. Não dá pra ficar ouvindo todo mundo falar! Que se ouça um ou dois discursos, vai lá, é de praxe, mas eram necessários tantos?

. GRITOS NO SALÃO: O que foi aquilo que todos nós fomos obrigados a presenciar no sábado, com jogos em andamento? Perderam a noção de civilidade? Bagunça assumida? Não somos obrigados a ver dois senhores aos berros enquanto tentávamos praticar nosso jogo; que fossem para outro andar, pro corredor ou até pra rua para resolverem suas diferenças. Triste esporte que tem dirigentes como esses!

domingo, 25 de outubro de 2009

400- Momento Maiakowsky de Música: "Subterranean Homesick Alien" (Radiohead)

Momento musical para comemorar a 400ª postagem de Maiakowsky! Um clássico da banda Radiohead, "Subterranean Homesick Alien", do antológico cd "Ok Computer", em dose dupla: em show ao vivo da própria banda e em interpretação orquestrada.
Enjoy!!

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399- E os jogadores merecem aplausos

Pedro Paiva, surfista, carrasco do meu amigo Bigode! A partir do Pedro, o Time do TTC, China, Teixeira e Diego Di Berardino. Do outro lado o Time do Clube de Xadrez Grande Roque, Dragan Stamenkovik, Perdomo, Limp e Sadi. Match empatado, 2 x 2!
Kleber Victor, da gloriosa ALEX (Associação Leopoldinense de Xadrez): o Gambiteiro Gagá tentando dizimar o oponente!
Cristiano "Colosso" Porto, do NXN (Núcleo de Xadrez de Niterói): rezando para ganhar a partida!
Dois "velha-guarda" defendendo a glóriosa camisa rubra do Tijuca Tênis Clube. Jorge Sidney Possidente e meu amigão de fé, irmão camarada Kelsen Rosas: homens do bem!

Imagens do Interclubes RJ-2009. Gentilmente cedidas pelo amigo deste blog, Alberto Mascarenhas.

398- E antes da 3ª Rodada: UUUUUUUUUUUUUUU!

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A GALERA VAIOU ANTES DA 3ª RODADA DO INTERCLUBES-RJ (COM UM ATRASO DE 2 HORAS NA PROGRAMAÇÃO.......)!

Até onde vamos?

sábado, 24 de outubro de 2009

397- Desafio Maiakowsky

Quantas rotas um cavalo tem para chegar da casa d6 para a casa f4 no menor número de lances? respondam sem olhar um tabuleiro!

Boa semana a todos!!

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

396- Fazendo o adversário provar o próprio veneno (ou como derrotar o Gambiteiro Gagá!)!!

Maiakowsky, o Lasker do Rio de Janeiro (!), usou de muita psicologia nesta peleja! escolheu uma linha de acordo com a dificuldade maior do Gambiteiro Gagá: jogar com material a mais!
Recordar é viver!! Campeonato Estadual Absoluto de 2004- em 29/01/05-Sesc-Tijuca!


segunda-feira, 19 de outubro de 2009

395- Imagens do 52º Congresso Mundial de Composições de Xadrez (5ª parte)

Maiakowsky, muito feliz, com a lenda viva da composição brasileira: Almiro Zarur, um jovem de 89 anos que foi reverenciado por todos os estrangeiros no Congresso!
Roberto Stelling entre o Primeiro-Ministro da ALEX (Associação Leopoldinense de Xadrez), José Manuel Blanco Pereira (de terno!!) e o grande Presidente da ALEX, Dr. Braulio dos Santos Jr. O Vice-Presidente da ALEX exerceu uma função inerente ao cargo: bateu a foto!
Choppinho, caipirinha, cachacinha, picanha... Eles gostaram!
Ótima festa no Porcão Rio´s!!
Marjan Kovacevic, da Sérvia e o japonês Tadashi Wakashima. Diplomas de titulação.
Ao microfone o diretor do Campeonato Mundial, o alemão Axel Steinbrink.
O sérvio Podinic recebendo o diploma de GM de Solucionismo.
O brazuca Ricardo Vieira entre os argentinos Jorge Kapros (segurando o diploma) e Roberto Osorio. Kapros é uma figuraça!
Ricardo Vieira recebendo um prêmio por uma composição! No Congresso há algumas competições paralelas somente entre compositores e os prêmios são bebidas típicas de países oferecidas pelas delegações.
O russo Georgy Evseev recebeu diplomas por toda a delegação russa! já não aguentava mais!
Em pé os russos Viktorov, Evseev e o nosso Roberto Stelling. Sentado, Axel Steinbrink rindo no momento em que eu disse para ele que o Brasil seria campeão num futuro próximo.......muito chopp dá nisso!
O pessoal da Alemanha, Rein, Zude e Tummes, felizes da vida! eles foram vice-campeões mundiais por equipes.
Os jovens poloneses Górski e Piorun recebendo o troféu de campeões mundiais por equipes. Cadê o Murdzia? já estava voando para a Alemanha onde ia disputar a Bundesliga!
Da esquerda para a direita: Uri Avner, de Israel, Presidente da PCCC; nosso Marcos Roland, recebendo o troféu de Campeão Brasileiro de 2009; Leo Mano; Cíntia Marcate Queiroz e Roberto Stelling.

394- Imagens do 52º Congresso Mundial de Composições de Xadrez (4ª parte)

A lenda viva do solucionismo, o inglês John Roycroft da Grã Bretanha. Ele é autor de um ótimo livro de estudos: The Chess Endgame Study: a Comprehensive Introduction.
Na platéia Vinícius "Tuco da Grande Família" Vilela!
Maiakowsky, Leo Mano, Alberto Mascarenhas e Roberto Stelling!
A grande final: Podinic 5 x 4 Zude. Podinic é grande amigo do nosso querido e conhecido Dragan Stamenkovic.
Decisão de 3º e 4º lugar entre poloneses: professor x aluno! Murdzia 4 x 1 Górski.
Semifinal: Górski 1 x 3 Zude.
Choque na semifinal: Murdzia 2 x 3 Podinic! foi aquele ÓOOOOOOOOH!! como se o Federer fosse eliminado no tênis!!

393- Imagens do 52º Congresso Mundial de Composições de Xadrez (3ª parte)

Quartas de Final: o polonês campeão mundial Piotr Murdzia 3 x 2 Vladimir Pogorelov. O ucraniano amarelou neste match!!!!!! Murdzia se divertiu!!
Oitavas: Boris Tummes (7º lugar) da Alemanha 1 x 3 Marek Kolcak (19º lugar) da Eslováquia.
Este é brasileiro mesmo, na platéia! meu amigo Alberto Mascarenhas.
Oitavas: Arno Zude (3º lugar) da Alemanha 3 x 1 Valery Kopyl (24º lugar) da Ucrânia.
Oitavas: Piotr Górski (9º lugar) da Polônia 3 x o Marjan Kovacevic (18º lugar) da Sérvia.

392- Imagens do 52º Congresso Mundial de Composições de Xadrez (2ª parte)

Oitavas de Final do Solving Show: Georgy Evseev (Vice-campeão do Mundial) da Rússia x Ljubomir Siran (30° colocado no Mundial!) da Eslováquia. Evseev está à esquerda do mediador Milan (o nome que eu citar primeiro é aquele solucionista à esquerda do mediador). O Solving Show é uma competição onde são exibidos num telão mates diretos em 2, com os solucionistas dispondo de até 3 minutos para solucionar cada direto. Quem apertar primeiro um botão no aparelhinho (na imagem Evseev segurando-o) e acertar ganha o ponto. Se errar, o ponto vai pro adversário. Dizem que Evseev no Congresso passado apertou o botão em 4 segundos (devia conhecer o problema, claro)!! Neste Solving Show, vi resposta certa em 8 segundos.
Resultado? Siran 3 x 1 Evseev (nas oitavas é melhor de 5)!! Despachou o vice-campeão mundial!!
Oitavas: Michel Cailaud (6º lugar) da França 3 x 2 Michael McDowell (22º lugar) da Grã Bretanha.
Oitavas: Vladimir Podinic (4º lugar) da Sérvia 3 x 1 Evgeny Vikotrov (23º lugar) da Rússia.
Oitavas: Kacper Piorun (17º lugar) da Polônia 0 x 3 Vladimir Pogorelov (16º lugar) da Ucrânia.
Os solucionistas na platéia durante o Solving Show.

391- Imagens do 52º Congresso Mundial de Composições de Xadrez (1ª parte)

O bicampeão mundial de solucionismo, o polonês Piotr Murdzia (camisa branca) e a sua frente seu jovem compatriota Kacper Piorun. No Solving Show, Murdzia na platéia aplaudia as respostas dadas pelos participantes antes mesmo das soluções serem mostradas no telão!!
Maiakowsky e o gente boa de sampa Eric Bacconi.
Leonardo Mano e Eric.
O sérvio Milan Velimirovic conduziu o Solving Show.
Leo preparando os equipamentos para o Solving Show.